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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Começar a Investir


Guia para começar a investir


Uma das principais dificuldades enfrentadas por quem deseja começar a investir é: como começar? Afinal, sem ter experiência no mundo dos investimentos, fica difícil saber o que fazer, em que investir, quais são os riscos envolvidos, como abrir uma conta em uma corretora (ou mesmo em um banco). Pensando na situação enfrentada por quem está começando a pensar a investir, resolvi elaborar este pequeno guia, que tem por objetivo ensinar um pouco do caminho das pedras.

1. Defina o seu perfil de risco antes de investir

A primeira coisa a ser feita é definir o seu perfil de risco. Isso é importantíssimo! Você precisa saber qual o seu perfil até mesmo antes de definir onde vai abrir sua conta para movimentar seus investimentos. Imagine que seu perfil é conservador: de que adianta abrir conta numa corretora de valores que cobraria uma taxa de custódia alta, se você só quer investir no Tesouro Direto?
Mas como definir o seu perfil? Nada de confiar cegamente nas cartilhas que os bancos divulgam, ou nos simuladores presentes nos sites do próprio banco. Muitas vezes, mesmo que seu lado psicológico indique que você é conservador, sua situação financeira exige que você adote um perfil um pouco mais ousado. Às vezes, acontece o contrário: você tem um perfil psicológico agressivo, que gosta de situações arriscadas, mas sua situação financeira exige uma abordagem mais conservadora em seus investimentos. Se você não sabe por onde começar para definir seu perfil.

2. Escolha a instituição financeira onde investir

Antes de começar a aplicar seu dinheiro em um investimento financeiro, destine uma parte do seu tempo na escolha de uma boa instituição. Pode ser o banco onde você já tem sua conta corrente, mas também pode ser outro banco ou uma corretora de valores. Mas avalie alguns fatores:
i) Os custos de investir na instituição escolhida: escolha instituições que cobrem taxas de administração menores pelos seus investimentos. Taxas de administração altas

quarta-feira, 27 de março de 2013

Operações de venda

O que são operações de venda e como operar vendido (Short)

Ao contrário do que muitos pensam, é possível ganhar com a queda da bolsa e essa modalidade de investimento está disponível a qualquer participante do mercado. Operações de venda são pouco entendidas e muito confundidas, principalmente por parte dos investidores iniciantes.

Para entender uma operação de venda é preciso se desvincular do tradicional raciocínio das operações de compra, que consistem em comprar algo por um determinado valor e vendê-lo por um valor maior, auferindo lucro.

Operações de venda são exatamente o contrário. Você vende algo que não tem, para comprar, ou pelo menos tentar comprar futuramente, por um preço menor. A diferença positiva esperada na operação é que será o lucro.

A grande dúvida nas operações vendidas é a respeito de como vender algo que ainda não possui, e a resposta é muito simples. Basta alugar! Isso mesmo, alugar. Toma-se emprestado algo que não possui para devolver futuramente, desde que as características entre o objeto alugado e o devolvido sejam idênticas. Nesse caso, as ações.

Imagine que você pegou emprestada uma bicicleta que vale R$1.000, e que após tê-la tomado emprestado você decidiu vendê-la pelos mesmos R$1.000, pois acreditava que com o breve lançamento de um novo modelo de bicicleta no mercado, a que você pegou emprestado deixaria de valer R$1.000 e passaria a valer menos que isso. Após três

sexta-feira, 22 de março de 2013

Redução do valor de TED

Bancos reduzem para R$ 1 mil valor mínimo de TED

Segundo a Febraban, os bancos estabelecem um valor mínimo para esse tipo de transferência para evitar que a TED gere uma demanda em excesso

Caixa Eletrônico do Itaú equipado com o leitor digital
Caixa eletrônico: para transferências interbancárias abaixo de R$ 1 mil, os clientes podem recorrer aos DOCs, que têm valor limitado a R$ 5 mil por transação.
Brasília - A partir de amanhã (22), o valor mínimo para a realização de uma Transferência Eletrônica Disponível (TED) cai de R$ 2 mil para R$ 1 mil, informou hoje (21) a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
De acordo com Febraban, os “clientes pessoas físicas e jurídicas terão acesso ampliado a um meio prático, ágil e seguro de realizar transferências de recursos entre bancos diferentes”.
A TED faz com que o crédito entre na conta do destinatário no mesmo dia em que a transferência é solicitada. Em outras formas de movimentação financeira, como o Documento de Crédito (DOC), é preciso aguardar pelo menos um dia para a conclusão da operação.
Segundo a Febraban, os bancos estabelecem um valor mínimo para esse tipo de transferência para evitar que a TED gere uma demanda em excesso e sobrecarregue os sistemas de pagamento e de compensação das transações financeiras. De acordo com a federação, investimentos em tecnologia na rede de comunicações entre os bancos permitiram a redução sucessiva desses limites nos últimos anos: de R$ 5 mil para R$ 3 mil em 2010, para R$ 2 mil em novembro de 2012 e, agora, para R$ 1 mil.
Para transferências interbancárias abaixo de R$ 1 mil, os clientes podem recorrer aos DOCs, que têm valor limitado a R$ 5 mil por transação.
A Febraban informou ainda que as tarifas cobradas para a realização de TED variam de banco para banco, conforme a política comercial de cada um. Os preços das tarifas podem ser consultados no Sistema de Divulgação de Tarifas de Serviços Financeiros da Febraban.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Tipos de Ordens

Dúvidas de Iniciante:O que são ordens Stop e Start? Stop Loss, Stop Gain, Stop Móvel, etc.

Muito discutidas e também muito confundidas, as ordens stop tem como principais objetivos facilitar o controle de risco do capital e oferecer maior precisão no manejo de ordens de compra e venda de ativos.

Elas permitem controlar tanto os níveis aceitáveis de prejuízo, quanto proteger parte dos lucros. São comumente associadas a proteção em operações compradas, mas também podem ser utilizadas como defesa em operações de venda.

A ordem stop, nada mais é que uma ordem que é disparada (enviada) à bolsa quando os níveis de preço do ativo em questão atingem os níveis de preço pré-determinados, que foram definidos na montagem da ordem. Ou seja, são ordens que ficam aguardando que os níveis de preço do ativo atinjam os níveis pré-definidos pelo operador, para que, somente após isso, sejam disparadas para a bolsa.

Em outras palavras, podemos encarar o stop como sendo um gatilho (trigger). Sua ordem stop fica invisível enquanto esse gatilho não é disparado. Quando o preço, ou gatilho, é atingido, então, sua ordem é disparada para o livro de ofertas.

Pode parecer meio confuso, mas nada melhor que exemplos práticos para esclarecer as dúvidas iniciais. Separamos os exemplos em stops para operações compradas e paraoperações vendidas.

Mesmo que isso cause uma pequena confusão inicial, será de grande importância para que se entenda a versatilidade desse tipo de ordem e como utilizá-la no dia-a-dia em diferentes tipos de operação, e não apenas associadas a limitação de prejuízos.

Stop em operações compradas – Stops de venda
Se você está comprado numa operação, então seu interesse é vender suas ações caso obtenha o lucro desejado, garantindo assim esse lucro, ou então vendê-las caso o prejuízo alcance seu limite de risco para a operação. O lucro na

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

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O Palestrante
Celso Escobar Machado,

Administrador de Empresas com MBA em Gestão de Negócios pelo Ibmec-RJ. Atuou por vários anos na unidade regional da BM&FBovespa no Rio de Janeiro, mais notadamente como coordenador do programa de popularização do mercado de ações, ministrando cursos e palestras sobre "Educação Financeira" e "Como Investir em Ações".
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