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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Perfil de Investidor: Descubra o Seu

Diego Wawrzeniak - Bússola do Investidor

Você quer saber qual é o melhor investimento, não é mesmo? Antes que alguém te responda isso, é muito importante que você descubra o seu perfil de investidor. veja porque:

Certa vez a avó de um amigo vendeu uma casa e não sabia o que fazer com o dinheiro. Resolveu então ir consultar o gerente do banco, afinal “ele deve ser um especialista em saber qual é o melhor investimento“.

Após uma semana fiquei sabendo que o gerente sugeriu. Adivinhe só?

Ele fez a senhora investir todo o dinheiro em um plano de previdência PGBL! Até na poupança seria melhor!! Porque raios uma senhora já aposentada deveria investir em um plano de previdência?!

Não me interessa analisar aqui se o gerente estava despreparado ou se houve má intenção de ganhar uma comissão maior, mas a recomendação foi uma tremenda sacanagem com a vovó…

Para que o mesmo não aconteça à você (ou à sua avó), resolvi explicar melhor como definir seu perfil de investidor e ter claro quais investimentos são, ou não, adequados para você.
Antes de mais nada, vamos ao que interessa:

Atenção: este teste é somente uma indicação e não deve ser o único critério para definir seu perfil de investidor. Recomendo que você peça ajuda à um profissional, que deverá considerar seus objetivos, necessidades, idade, situação familiar, etc.

Perfil Muito Conservador

Cuidado! Segurança é importante, porém em excesso pode fazer com que você perca boas oportunidades de investir bem o seu dinheiro no longo prazo.
Não tenha tanto medo de conhecer investimentos diferentes, estude e vá ganhando segurança aos poucos.

Alocação Sugerida:

10% em investimentos arriscados (bolsa de valores, fundos que buscam superar o Ibovespa)
10% em investimentos moderados (fundos imobiliários, fundos que buscam superar o CDI)
80% em investimentos conservadores (títulos pós fixados, CDBs e fundos que buscam superar a inflação)

Perfil Conservador

Você prefere segurança e prefere não ter surpresas desagradáveis com seu dinheiro, mesmo que elas sejam temporárias. Por conta disso evite investir em coisas mais arriscadas.
Mesmo que no longo prazo o retorno seja maior, os altos e baixos podem afetar muito suas emoções e decisões de investimento.

Alocação Sugerida:

10% em investimentos arriscados (bolsa de valores, fundos que buscam superar o Ibovespa
30% em investimentos moderados (fundos imobiliários, fundos que buscam superar o CDI)
60% em investimentos conservadores (títulos pós fixados, CDBs e fundos que buscam superar a inflação)

Perfil Moderado

Você deve buscar investimentos que ofereçam mais retorno do que título públicos e renda fixa, porém evite os que podem ter muitas variações de valor como ações de companhias menores, ou fundos de investimento muito agressivos.

Alocação Sugerida:

30% em investimentos arriscados (bolsa de valores, fundos que buscam superar o Ibovespa)
30% em investimentos moderados (fundos imobiliários, fundos que buscam superar o CDI)
40% em investimentos conservadores (títulos pós fixados, CDBs e fundos que buscam superar a inflação)

Perfil Arrojado:

Você tem sangue frio e lida bem com riscos.
Procure investir seu dinheiro de longo prazo em investimentos com maior potencial de retorno, deixando pelo menos 25% do seu patrimônio em investimentos seguros.

Alocação Sugerida:

60% em investimentos arriscados (bolsa de valores, fundos que buscam superar o Ibovespa)
20% em investimentos moderados (fundos imobiliários, fundos que buscam superar o CDI)
20% em investimentos conservadores (títulos pós fixados, CDBs e fundos que buscam superar a inflação)

Perfil Muito Arriscado

Cuidado! Risco pode significar mais retorno, porém é importante ter uma reserva de dinheiro sempre garantida e à mão para momentos turbulentos.

Alocação Sugerida:

80% em investimentos arriscados (bolsa de valores, fundos que buscam superar o Ibovespa)
10% em investimentos moderados (fundos imobiliários, fundos que buscam superar o CDI)
10% em investimentos conservadores (títulos pós fixados, CDBs e fundos que buscam superar a inflação)

O que mais considerar no seu Perfil?

Além de como você lida com as perdas e como você lida com o risco, é importante considerar também outros fatores na hora de encontrar seu perfil de investidor:

Duração do Investimento

Por quanto tempo você pretende deixar seu dinheiro investido:

Curto prazo: até 3 anos

Médio prazo: de 4 a 9

Longo prazo: acima de 10 anos

Cada uma destas reservas terá um objetivo diferente e portanto uma política de investimentos diferente. O dinheiro que você está economizando para viajar no final do ano por exemplo, deve ser investido em algo com baixo risco, evitando que uma queda brusca acabe com sua viagem.

Já o dinheiro de longo prazo da aposentadoria por exemplo, pode ser investido em algo que aceite maiores variações agora, em troca de um maior retorno de longo prazo. Quanto menor a duração, mais conservador deverá ser seu perfil de investidor. Retorno Desejado

Seu objetivo com esses investimentos é fazer o dinheiro crescer ainda mais, reinvestindo os ganhos, ou você precisa de uma renda para ajudar no seu custo de vida?

Em geral pessoas mais jovens que ainda estão acumulando patrimônio desejam fazer o dinheiro crescer, reinvestindo todos os ganhos de seus investimentos. Por outro lado, pessoas mais velhas já não precisam juntar tanto dinheiro para o futuro e podem usufruir da renda gerada pelos investimentos.

Investir em ações é uma opção para investidores que desejam crescer o patrimônio no longo prazo e com perfil mais arrojado, porém para que deseja renda, é melhor escolher investimentos que são bons pagadores de dividendos como fundos imobiliários e investimentos com perfil mais conservador.

Liquidez

Com que urgência você poderá precisar daquele dinheiro? Imagine que eventualmente você tenha que arcar com custos de hospital, viagens inesperadas, etc, você terá um dinheiro com fácil acesso para isso?

Investimentos com alta liquidez são aqueles que você pode resgatar o dinheiro logo que precisar. No entanto existem fundos de investimento que seu dinheiro fica comprometido por vários anos.

Quanto mais você precisar de dinheiro imediatamente, mais conservador deverá ser seu perfil de investimento.

Risco

Risco e retorno é e sempre será o dilema de todo investidor. O investimento perfeito teria muito retorno e nenhum risco, o que não existe. Você tem que saber seu perfil de risco, ou seja, como lida com eventuais perdas.

Isso é importante para que você seja fiel a sua política de investimentos. Suponha que após investir em ações você perde mais de 10%: é possível que no futuro também ocorram altas de mais de 10%, que você perderá se tirar seu dinheiro agora.

Se determinou que o investimento era de longo prazo, deixe ele lá a menos que estude com atenção e mesmo assim ache melhor tira-lo. O que você nunca deve fazer é tomar decisões por impulso.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Sou iniciante e quero começar a investir. Como montar minha carteira?

Por  - O pequeno Investidor
O começo de uma carteira de investimentos é, provavelmente, a etapa mais difícil da estrada que leva à construção da independência financeira. Com pouca experiência e conhecimento mínimo, é natural sentir insegurança. Mas, seguindo alguns princípios, é possível deixar isso tudo de lado e organizar uma carteira de investimentos segura e rentável.

Princípios básicos para montar uma carteira de investimentos sem conhecimento financeiro

Investir não é difícil. Ser um especialista de fato exige ler bastante e ter conhecimentos muito específicos, mas a verdade é que qualquer um pode montar uma boa carteira de investimentos. Basta seguir princípios bastante simples.
1. Diversificar é a palavra de ordem
O primeiro princípio é simples: DIVERSIFIQUE. Se você é iniciante, não tem conhecimentos nem experiência. Logo, não aposte em uma classe específica de investimentos. Por quê? Porque você não tem experiência, nem conhecimento, e não tem como saber qual é o melhor investimento de todos. Aliás, mesmo que já tivesse experiência, seria bom diversificar e fazer alocação de ativos. Sem experiência e conhecimento, não diversificar é assumir um risco muito grande.
Imagina o que pode acontecer se você resolver investir todo seu patrimônio em ações e precisar do dinheiro justamente em um momento de baixa! Exatamente para evitar isso, é importante diversificar – até porque a diversificação possibilita que momentos de crise em mercados voláteis como a bolsa de valores se transformem em oportunidade. Nesses momentos, é possível vender um pouco de investimentos mais estáveis (como renda fixa) para comprar ações a preços mais baixos.
Se você desobedecer esse princípio, invista em renda fixa de curto prazo 
Mas, se você decidir desobedecer esse princípio, invista exclusivamente em títulos de renda fixa de curto prazo. É uma alternativa ruim – péssima -, mas é muito melhor do que arriscar seu dinheiro no cassino de títulos de longo prazo, em fundos de investimento imobiliário ou no mercado de ações.
Além disso, investidores iniciantes tendem a se desesperar fácil com a volatilidade típica da renda fixa de longo prazo ou de outros investimentos, e acabam vendendo suas posições nos piores momentos possíveis. Na renda fixa de curto prazo, esse problema não existe – mas a rentabilidade é bastante inferior.
O que entra no conceito de renda fixa de curto prazo? Basicamente, poupança, CDB, LCA, LCI, Fundos DI e LFTs (Tesouro Direto).
2. Foco é de longo prazo… sem deixar o presente de lado
O segundo princípio diz respeito ao foco dos seus investimentos. Qualquer pessoa,iniciante ou não, deve ter por objetivo investir para o longo prazo. A exceção, é claro, diz respeito às pessoas que não têm horizonte de longo prazo pela frente, por já terem idade avançada, ou pessoas que não podem investir no momento porque precisam gastar o dinheiro para investir em suas carreiras a fim de gerar renda maior no futuro.
Os outros mortais que querem construir um patrimônio financeiro significativo devem ter o objetivo de investir para o longo prazo. Esqueça fórmulas mágicas para enriquecer rápido, ou metas mirabolantes de rentabilidade alta, de 4%, 5% ao mês. O caminho mais seguro é o mais chato, e é de longo prazo. Prepare-se para correr uma maratona, não uma corrida de 100 m rasos.
Mas você não pode deixar de pensar no curto prazo. Mesmo com foco no longo prazo, é possível que surpresas desagradáveis aconteçam e você precise de dinheiro para emergências. Por isso, é importante separar uma parte dos seus investimentos para essas ocasiões, aplicada em títulos de curto prazo – novamente, poupança, CDB, LCA, LCI, Fundos DI e LFTs (Tesouro Direto).
3. Invista aos poucos
Não pense que a fórmula do sucesso é investir uma quantidade enorme de dinheiro de uma vez. Esse é um erro que muitos cometem, e acabam deixando de investir porque nunca conseguem acumular o que julgam suficiente para investir.
A maior parte dos ativos permite investimentos pontuais e de valor relativamente pequeno. Além disso, essa estratégia torna você mais preparado para momentos de volatilidade. Ao investir aos poucos, o impacto das altas e baixas de investimentos mais voláteis não é sentido de maneira brusca, de forma que isso ajuda a preparar seu lado psicológico para enfrentar, no futuro, momentos difíceis com um patrimônio maior investido.
4. Não é pecado investir por meio de fundos
Fundos de investimento podem ser uma excelente maneira de manter uma carteira de investimentos diversificada, com um custo baixo. Além disso, são ferramentas ideais para quem não tem paciência nem conhecimento para escolher os ativos que comporão suas carteiras.
Cuidado, apenas, com as taxas de administração, que muitas vezes são extorsivas. No caso dos fundos de ações, dê preferência aos ETFs, comprados pelo home broker, e com custos bastante inferiores aos fundos oferecidos por bancos.
Modelo de carteira elaborada para investidor iniciante
Apenas a título de exemplo, vamos montar uma carteira de investimentos elaborada a partir desses quatro princípios.
O primeiro passo é estabelecer uma carteira diversificada. Que tipos de ativos escolher?
Em primeiro lugar, escolha ativos com perfis de risco diferentes. Não adianta diversificar, por exemplo, escolhendo vários fundos de ações diferentes. Embora seja útil diversificar dentro de uma classe de ativos, também é importante diversificar com classes diferentes de ativos. Por exemplo, a carteira poderia ser composta da seguinte maneira:  renda fixa de curto prazo, renda fixa de longo prazo, ações e fundos de investimento imobiliário.
No início, é preferível que o investidor tenha por foco sua carteira de curto prazo – justamente para garantir a formação de um “colchão de segurança” para as emergências. Mais pra frente, com esse colchão de segurança formado, é possível começar com a diversificação.
Um exemplo de carteira que seguiria esses princípios é a seguinte:
carteira de investimentos
Como você pode observar, a carteira de investimentos é bastante equilibrada e tem liquidez bastante razoável.
Caso seja necessário obter recursos de emergência, 25% da carteira está em renda fixa de curto prazo, com baixa volatilidade, sendo que 10% está na poupança, investimento que tem liquidez imediata. Além disso, 10% está investido em debêntures, que são uma renda fixa de médio/longo prazo, e os restantes 65% estão em investimentos de longo prazo, o “motor” de rentabilidade da carteira ao longo dos anos.
Evidentemente, vários outros tipos de carteira poderiam ser construídos a partir dos princípios indicados, com muitas variações. O importante é manter a calma e construir uma carteira capaz de resistir a seus impulsos – o principal problema enfrentado por um investidor iniciante.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dividendos

Viver de dividendos: empresas que pagam dividendos mensais


Hoje voltamos ao assunto dividendos, tão importante e recorrente para aqueles que tem como meta - assim como eu - construir uma aposentadoria baseada na participação nos lucros de empresas da Bolsa. 

O que muitos tem perguntado é se vale a pena investir em empresas que pagam dividendos mensalmente.

Geralmente, as empresas listadas na Bolsa pagam dividendos semestralmente (como Eletropaulo), trimestralmente (como a Gerdau) e mensalmente, como Bradesco e Itaú.

A oportunidade de se obter dividendos mensalmente, como se fosse um salário é bem interessante, mas analisando friamente, vale mesmo a pena investir nestas empresas?

Para dar essa resposta, vamos inicialmente analisar estas empresas, seu Dividend Yield (DY) e o montante necessário de investimento para se obter os mesmos resultados.
Suponhamos que um investidor decida ter uma renda mensal de R$ 2.000,00. Ele tem como opções de investimento Eletropaulo (ELPL4), Gerdau(GOAU4) e Itau (ITUB4). Não estou fazendo propaganda de nenhuma destas empresas, porém estas tem se destacado em seu setor de atuação, com bons resultados e boa administração, o que nos permite utiliza-las como exemplo.

Eletropaulo, atualmente tem o maior Dividend Yield da Bolsa de Valores, algo em torno de 25,55%. Sua cotação no dia de hoje (13/06) é de R$ 34,68. Não se tomando em consideração o reinvestimentos dos dividendos, bonificações etc..para se obter uma renda de R$ 2.000,00 mensais o individuo deve investir aproximadamente R$ 95.787,00, obtendo 2.762 ações, o que daria um dividendo anual de aproximadamente R$ 24.000,00, depositados em duas parcelas semestrais.

Já a Gerdau, possui atualmente um Dividend Yield de 1,9% e distribui dividendos trimestralmente. Para se obter a mesma renda de R$ 2.000,00, o investidor teria que ter investido R$ 1.495.000,00, totalizando 42.852 ações no preço atual de R$ 34,90.

No caso do Itau, apesar da pujança e do crescimento atual do setor, ele apresenta um Dividend Yield de 2,8%. Para se obter a mesma renda mensal, o investimento deveria ser de aproximadamente R$ 634.517,00 totalizando 18.181ações.

Como já disse e volto a repetir não estou computando nestes dados, bonificações, reinvestimento de dividendos etc..., mas fica claro novamente que quando o assunto é viver de dividendos é mais vantajoso investir em empresas boas pagadoras de dividendos, porém como boa administração e crescimento constante, do que em alguns setores. Nem sempre receber mensalmente os dividendos é vantagem.

reinvestimento sucessivo dos dividendos deve ser uma constante para o investidor, pois só assim esses resultados podem ser atingidos mais rapidamente. O importante é decidir qual sua estratégia, ganhar em valor ou dividendos, e assim seguir rumo ao seu objetivo.

Rafael Mariano - Rico por Acaso

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Alavancagem

Alavancagem, utilize com moderação!


Nesse artigo falaremos de um dos conceitos mais importantes do mercado futuro, a alavancagem.
Mas por que esse conceito é tão importante a ponto de merecer um artigo só para ele?
Simplesmente porque a alavancagem pode quebrar qualquer investidor que a utilizar do modo errado.
Por que usar alavancagem?
alavancagemaPor outro lado, também pode ser extremamente benéfico ao investidor que estiver atento ao risco de suas operações.
Alavancagem tem sua origem na palavra “alavanca” que na física é representada por uma barra rígida apoiada em um ponto fixo (ponto de apoio) utilizada para levantar grandes pesos.
Um homem comum não consegue levantar uma pedra de 200 kgs somente com a força do braço, mas se fizer uma alavanca com uma barra e um ponto de apoio ele consegue. Como diria Arquimedes:
“Daí-me um ponto de apoio e levantarei o mundo”.
Transplantando a palavra alavanca do contexto da física para o do mercado financeiro, o significado passa a ser o de operar volumes financeiros acima do patrimônio ou capacidade financeira do investidor. Ou seja, operar grandes volumes com poucos recursos.
Transformando pouco em muito
No mercado futuro o conceito de alavancagem é facilmente reconhecido pela relação entre a margem de garantia e o valor do contrato futuro. Lembrando dos artigos anteriores vimos que o valor da margem de garantia para um contrato cheio do Índice Futuro com vencimento em dez/12 (INDZ12) era de R$ 10.258 no dia 25/out/12.
Nesse mesmo dia a cotação do INDZ12 estava em 58.200, ou seja, um contrato do INDZ12 tinha o valor financeiro relativo de R$ 58.200.

sábado, 20 de julho de 2013

Contratos Futuros - Ajustes Diários

O Que São Ajustes Diários Em Contratos Futuros?


Já expliquei de maneira bem simples algumas características dos contratos futuros. Agora, vou aprofundar um pouco mais sobre como ocorre a liquidação financeira destas operações, ou seja, vou explicar o que são os ajustes diários.
Vamos lá:

Quando ocorrem os Ajustes Diários?

ajuste diárioPrimeiro veja o exemplo de uma operação baseado em dados reais de mercado:
  • Contrato: INDV12 (IBOVESPA futuro – vencimento 17/out/12)
  • Data do Negócio (Entrada): 15/out/12
  • Preço: 59.480
  • Quantidade: 1 Contrato (para simplificar vamos considerar apenas 1 contrato, o lote padrão são 5 contratos)
  • Data de Saída: 17/out/12 (no vencimento)
  • Preço no vencimento: 60.070
Como em qualquer operação no mercado futuro, esta operação tem os dois lados, o do investidor comprado e o do investidor vendido. Como saber qual dos dois obteve lucro?
Se você pensou no comprado, acertou.
Ele comprou a 59.480 algo que acabou valendo 60.070 no vencimento, um lucro de R$ 590 por contrato. De maneira inversa o vendido teve prejuízo, pois vendeu por 59.480 algo que no vencimento valia 60.070, prejuízo de R$ 590.
Já sabemos o resultado financeiro final dessa operação, mas a operação não se resume a isso.
Existem ajustes financeiros que ocorrem dia após dia. São os Ajustes Diários.

Como calcular o Ajuste Diário?

O Ajuste Diário é o ajuste financeiro que ocorre diariamente nas posições de todos os investidores. São realizados em diversos tipos de operações, desde o mercado futuro até em operações de swap.
Ao término de cada pregão, a bolsa contabiliza quem teve lucro/prejuízo no dia de acordo com as

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Últimas Notícias

BM&FBovespa eleva multa para investidor "inadimplente"


A BM&FBovespa decidiu apertar o cerco contra os investidores "inadimplentes" nas operações de compra e venda de ativos. A partir de 5 de agosto, a multa para quem não entregar ações vendidas dentro do prazo de três dias estipulado pela bolsa aumentará dos atuais 0,2% do valor financeiro da operação para 0,5%, por dia de atraso. E poderá saltar para até 10%, a partir de dezembro.
A mudança englobará não apenas as ações, mas todos os ativos negociados na BM&FBovespa, inclusive os derivativos, do segmento BM&F. Segundo o comunicado divulgado pela bolsa às corretoras, a alteração tem como objetivo "aprimorar os processos de liquidação financeira e de ativos das Câmaras de Ações (segmento Bovespa) e de Derivativos (segmento BM&F), visando penalizar os participantes que incorrerem em falhas de liquidação financeira e de entrega perante as Câmaras".
Embora a nova penalidade atinja todos os ativos, operadores afirmam que foram os problemas envolvendo ações do grupo 'X', de Eike Batista, especialmente MMX e OGX, teriam sido o gatilho que motivou a elevar substancialmente a multa para quem não entrega as ações dentro do prazo.
Conforme o Valor informou em duas ocasiões, nos meses de maio e junho, operadores relataram dificuldades frequentes na liquidação desses dois papéis. No início do ano, "falhas de entrega" - como a bolsa chama tecnicamente os casos de inadimplência - também foram comuns em operações com ações da Eletropaulo. A maior ocorrência desses casos é reflexo do crescimento das posições vendidas ou "short", quando os investidores apostam na baixa das ações.
A inadimplência ocorre porque o investidor vende a ação, mas não consegue fechar a operação correspondente de aluguel dos papéis para conseguir entregar o ativo no dia de liquidação da operação. A dificuldade no aluguel é consequência da grande demanda e da falta de doadores - o investidor que possui a ação e oferece para empréstimo no mercado.
Pelas regras da BM&FBovespa, ao fechar um negócio hoje (D+0), o vendedor das ações deve entregá-las ao comprador daqui a três dias (D+3). Esse é um processo quase automático, realizado pela área de custódia da Bovespa, a antiga CBLC. Quando o vendedor não entrega as ações, o comprador tem direito de lançar a chamada "ordem de recompra" a partir do quarto dia (D+4) para execução até o dia seguinte (D+5), recebendo finalmente as ações no oitavo dia útil (D+8).
Nesse período, o vendedor "inadimplente" é obrigado, hoje, a pagar multa de 0,2% sobre o valor financeiro da operação, além da eventual diferença de preço do papel na recompra. É essa multa que a Bovespa poderia aumentar para até 10% no fim do ano.
A forte queda das ações do grupo 'X' nos últimos meses vinha incentivando os investidores a adotarem uma posição vendida dessas ações, mesmo sem garantia de alugar os papéis no prazo de três dias para

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Índices Bovespa

Foi só algum tempo depois que eu comecei a investir que descobri algo muito importante e que eu não fazia ideia que existia: os indices bovespa.
“Diego, você quer dizer Índice Bovespa, não é mesmo?”
Não amigo investidor, é no plural mesmo. Além do famoso índice Ibovespa, que todo mundo conhece, existem outros 22 índices criados pela própria Bovespa para ajudar os investidores a acompanhar o mercado.
Após ler este artigo e entender melhor cada um deles, você pode acompanhar as cotações aqui.
Você já percebeu que quando falamos “a bolsa de valores está subindo” na realidade estamos nos referindo somente ao índice Ibovespa? Isso não quer dizer que algumas empresas estejam com os preços caíndo.

“Comparando banana com banana”

Do mesmo modo que o índice Ibovespa dá uma visão geral sobre as principais empresas listadas na bolsa de valores, existem índices que agrupam empresas com outras características em comum, dando um ideia melhor do que está acontecendo com um um determinado setor da economia, por exemplo.
Assim podemos comparar empresas com suas iguais: para identificar quais construtoras estão tendo um melhor desempenho que a média, basta comparamos cada uma delas com o IMOB (índice imobiliário).
Os índices são de grande ajuda aos investidores, especialmente na hora de determinar novas tendências, conforme afirmava Charles Dow, o criador da Teoria de Dow, o fundamento da análise técnica. (Entenda aqui o que é análise técnica.)
Vamos lá:

Índices Bovespa Amplos

Índices Bovespa AmplosEstes índices da Bovespa mostram um panorama amplo do mercado.
Englobam as principais empresas listadas na bolsa de valores, de diversos setores, tamanhos. O peso que cada um tem no índice é ponderado sempre pelo volume financeiro das negociações

Ibovespa

  • nome: Indice Bovespa
  • código: IBOV 
  • características:
    • É o principal e o mais antigo índice do mercado brasileiro, iniciado em 1968.
    • Representa fielmente o comportamento médio das principais ações negociadas.
    • As empresas que compões este índice representam mais de 80% do volume transacionado no mercado e mais de 70% da capitalização de mercado.

IBrX-50

  • nome: Indice Brasil 50
  • código: IBXL 
  • características:
    • Composto pelos 50 papéis mais líquidos da Bovespa.
    • Criado para ajudar administradores de grandes carteira que precisam de ativos com mais liquidez.
    • Possibilita lançamento de derivativos como futuros e opções.
    • Pode ser facilmente reproduzido pelo mercado.

IBrX

  • nome: Indice Brasil
  • código: IBXX 
  • características:
    • Parecido com o IBrX-50, porém composto pelos 100 papéis mais líquidos da Bovespa.
    • Assim como outros índices da Bovespa, o IBrX busca refletir o desempenho das principais ações negociadas.

IBrA

  • nome: Indice Brasil Amplo
  • código: IBRA
  • características:
    • Busca oferecer a visão mais ampla possível do mercado acionário, medindo o comportamento das ações de todas as  empresas listadas na BM&FBovespa que atendam a alguns critérios de inclusão.

Mid-Large Cap

  • nome: Indice Mid-Large Cap
  • código: MLCX 
  • características:
    • Busca medir o comportamento das maiores empresas listadas na bolsa em termos de valor de mercado e capitalização.
    • Essas empresas, em conjunto, representarem 85% do valor de mercado total negociado na Bovespa.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Investimentos

Como Escolher Investimentos na Bolsa de Valores?

O primeiro passo para montar uma carteira de investimentos, é avaliar o retorno potencial em relação ao risco dos ativos disponíveis na bolsa de valores.
investimentos bolsa valoresPara isso é importante realizar diversos estudos como:
  • analise de risco
  • risco de liquidez
  • retorno sobre o benchmark
  • montagem de cenários

Análise de Risco

Há diversas formas de medir o risco de um investimento, e esta é uma etapa fundamental no processo de investir na bolsa de valores.
Atualmente as abordagens mais clássicas já estão amplamente difundidas entre os gestores de investimento profissionais. Entre elas estão:
  • VAR (value at risk),
  • Teste de Stress (stress test), 
  • Tracking Error
  • Volatilidade
risco bolsa de valoresJá algumas casas de investimentos buscam principalmente saber se o emissor do ativo tem um histórico de problemas de pagamento, ou se o investimentos escolhido tem algum passivo ambiental ou jurídico que possam comprometer o retorno dos valores investidos.
Perceba que isso não quer dizer que esse ativo “problema” deva ficar fora da sua carteira, mas a o retorno esperado deste ativo deve ser muito maior que a dos outros, para então compensar o risco envolvido. Sua alocação na carteira também deverá ser menor que os demais.

Risco de Liquidez

O risco de liquidez vem sendo um grande problema para alguns investimentos, e na maioria dos casos o investidor só percebe este risco quando já é tarde demais: entrou no ativo, mas não consegue sair dele.
Algumas operações com opções de futuros e de commodities tem essa característica. Por isso

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Termos no Mercado Financeiro

Entenda alguns termos curiosos do mercado financeiro

 O mercado está andando de lado, os investidores estão realizando lucros com as blue chips, os "bulls" estão comprados e os "bear" estão vendidos. Entendeu? Confira o significado e a origem de alguns termos curiosos usados no mercado financeiro.



PREGÃO - É o jargão usado para definir o período do dia em que a Bolsa funciona para negociações à vista. Segundo o professor da FIA (Fundação Instituto de Administração) José Carlos Luxo, o termo vem de "apregoar", surgido na época em que as operações eram anunciadas em viva voz no ambiente central da Bolsa. A expressão continua sendo usada mesmo depois de 2005, quando o pregão viva voz deixou de existir, dando lugar ao pregão eletrônico.

BLUE CHIPS - O termo é usado no mercado norte-americano há mais de um século, e é adotado também no Brasil, para se referir às empresas com as ações mais negociadas em Bolsa. Uma explicação sobre a origem do termo é o jogo de pôquer: nele, as fichas azuis (literalmente "blue chips") são as mais valiosas. As blue chips são empresas de maior liquidez, ou seja, devido ao enorme volume de negócios, é possível converter a ação em dinheiro facilmente.



ANDAR DE LADO - Diz-se que a Bolsa "andou de lado" quando a oscilação foi pouco significativa ao longo do dia. Assim, ao avaliar um gráfico, por exemplo, há praticamente uma linha horizontal, sem altos e baixos. Normalmente, variações abaixo de 0,1% no fechamento do Ibovespa (o principal índice da Bolsa brasileira) se enquadram nesta categoria.


ESTAR COMPRADO OU VENDIDO - É a posição que os investidores assumem de acordo com suas estratégias e expectativas em relação a uma ação. "Se um investidor acha que o preço de uma ação vai subir, ele assume uma posição comprada (ou seja, compra ações da empresa). Se o preço da ação realmente subir, ele terá lucro. Se, ao contrário, ele acredita que o preço do papel vai cair, pode assumir uma "posição vendida", e vender as ações antes que o preço caia", explica o professor José Carlos Luxo.

BULL (TOURO) X BEAR (URSO) - Essa figura de linguagem surgiu na Bolsa de Nova York. O touro, quando ataca, joga seu adversário para cima; já o urso derruba seu oponente. Nas Bolsas de Valores, "bulls" são os investidores que compraram as ações e querem que os preços subam; já os "bears" são os que venderam as ações, pois esperam que os preços caiam. Logo, sempre existirá a briga entre o Bull/Touro (comprados) e Bear/Urso (vendidos).

BOLHA - Gíria usada por economistas para explicar uma alta excessiva de preços, tanto de ativos materiais (como imóveis e terrenos), como de ativos financeiros (como as ações). Essa alta de preços é rápida e contínua, motivada pela grande procura. Porém, como a demanda não se sustenta para sempre, em algum momento a oferta fica maior que a procura, e a bolha se rompe. Aí os preços caem, e provocam prejuízos para quem comprou esses ativos.

SUPORTE E RESISTÊNCIA - Os termos são utilizados pela Análise Gráfica, uma metodologia de cálculo econômico baseada na estatística. Por meio dela, são identificados limites tanto de alta quanto de baixa dos preços das ações. Portanto, estatisticamente, é pouco provável que o preço de uma ação caia abaixo da linha de suporte, ou suba além da linha de resistência.

UOL Economia

terça-feira, 9 de abril de 2013

Renda Variável


O investidor brasileiro precisará aprender a investir em renda variável


Não tem jeito: com queda histórica da taxa de juros e o aumento da inflação, o investidor de longo prazo precisa começar a pensar em alternativas de investimento. Há 18 anos, em março de 1995, a taxa Selic mensal estava em 4,26%; em fevereiro de 2013, foi de 0,49%. Em 1995, alguém que tivesse seu patrimônio investido em renda fixa que replicasse a Selic, teria uma rentabilidade nominal de 53,05% – e, mesmo descontando a inflação de 22,41% (IPCA), teria um ganho espetacular. Em 2012, o mesmo investimento traria uma rentabilidade nominal de 8,48%, pouco acima do IPCA de 5,83%.
Veja o gráfico de evolução mensal da Selic ao longo do período assinalado:
Selic
Incrível o que se pagava de juros há apenas 18 anos, não é mesmo? Pode parecer muito tempo, mas não é. E isso tudo significa uma coisa: se a tendência de juros mais baixo realmente se consolidar – movimento que tem se afirmado nos últimos 18 anos -, o investidor brasileiro terá que começar a pensar em alternativas na renda variável.

Renda fixa é para proteger patrimônio; renda variável, para apimentar o crescimento

O brasileiro se acostumou com juros altos. Afinal, pra que correr riscos no mercado de renda variável, se era possível conseguir rendimentos superiores a 20% ao ano, com grande folga sobre a inflação, na segura renda fixa? Esse pensamento fazia muito sentido há 10, 15 anos. E isso explicou grande parte do torpor da economia brasileira naquele período; afinal por que alguém seria louco de investir na economia real, com os

terça-feira, 2 de abril de 2013

Notícias de Mercado


10 notícias para lidar com os mercados nesta terça-feira 


Governo zera IOF para financiamento de infraestrutura; Petrobras prevê investir R$ 92 bi em 2013

Instalação da OSX
UBS diz que ações da OSX podem estar subvalorizadas

1 - Governo zera IOF para financiamento de infraestrutura. Objetivo é tornar mais barato o financiamento dos setores envolvidos em infraestrutura num momento em que a economia dá sinais mais claros de retomada.
2 - Produção de aço do Japão deve recuar 4%. Aprodução de aço bruto do Japão entre abril e junho deve registrar queda de 4,1 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para 26,38 milhões de toneladas, atingida por demanda doméstica fraca e excesso de oferta na Ásia, informou o Ministério do Comércio nesta terça-feira.
3 - Bolsas da Ásia caem; Sidney sobe com decisão do RBA. Na China muitos investidores evitaram grandes movimentos em razão de esta semana ser mais curta e à espera de importantes indicadores econômicos.
4 - Desemprego da Eurozona bate recorde de 12% em fevereiro. O desemprego na Eurozona alcançou 12% em fevereiro, ou seja, mais de 19 milhões de pessoas estavam sem trabalho neste mês, um recorde na história do bloco, indicou nesta terça-feira o escritório de estatísticas europeu.
5 - Petrobras prevê investir R$ 92 bi em 2013, diz Graça Foster. No ano passado, aempresa investiu cerca de R$ 84 bilhões, e o plano de negócios 2013-2017 aponta para investimentos de US$ 236,7 bilhões.
6 - Claro S.A. teve prejuízo líquido de R$ 880 milhões em 2012. Sem o custo de serviços prestados e mercadorias vendidas, o lucro bruto da operadora chegou a R$ 3,573 bilhões, crescimento de 10,06%.
7 - UBS diz que ações da OSX podem estar subvalorizadas. Para o banco, "o preço atual, em torno de R$ 4,00 por ação, parece muito baixo em face aos ativos tangíveis da companhia e do tamanho gerenciável da sua dívida".
8 - CSN prevê aportes de R$ 3,1 bilhões em 2013. O diretor executivo de Relações com Investidores da CSN, David Salama, admitiu que há uma preocupação interna com o nível de endividamento (alavancagem).
9 - 10 corretoras recomendam dividendos para abril. Todas as carteiras de março tiveram desempenho positivo e bateram o Ibovespa; para abril, carteiras defensivas continuam sendo boa pedida.
10 - O que 10 estrategistas projetam para a bolsa em abril. Analistas continuam a esperar forte volatilidade para os mercados financeiros neste mês.
Por Gustavo Kahil, de Exame.com

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Investir na bolsa

Investir na bolsa é como andar de bicicleta


Você já viu um adulto que não sabe andar de bicicleta? Sem jeito, com medo de se machucar, desconfiado. A relação dele com a bicicleta lembra muito a do brasileiro médio com o mercado acionário. Investir na bolsa exige prática, conhecimento e alguma habilidade.
Quanto mais cedo se entende o mundo da renda variável, melhor, tal como ocorre com a bicicleta. O brasileiro, porém, sempre preferiu a ‘bike’ com rodinhas representadas pela liquidez diária e pelos juros elevados das aplicações conservadoras. Mas esse conforto acabou. É hora de aprender a pedalar como adulto. A boa notícia é que o momento nunca esteve tão propício para se começar a entender este novo universo.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Direitos do Investidor

Para você investidor que não conhece seus direitos, fique atento as oportunidades e saiba como usufruir.


Direitos básicos

Todo direito cria um dever e uma oportunidade. O dever de conhecê-lo e a oportunidade de usufruí-lo.

De certa forma, os direitos também podem ser traduzidos em termos de cuidados a serem adotados na realização de qualquer investimento.

Assim, ao aplicar suas economias, saiba que cada investidor tem o direito de:

Fazer perguntas - Indague sobre o investimento no qual pretende aplicar suas economias e também sobre as características do produto financeiro e as instituições envolvidas.
Conhecer as oportunidades de investimento - Uma vez definido o valor a ser aplicado, o prazo e o seu perfil de risco, o profissional do mercado deverá lhe informar quais são as diferentes oportunidades de investimento.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Principal
Dicas da Speed Educacional

O blog da Speed indica simuladores para novatos em bolsa e até para aqueles experientes que querem testar a melhor escolha na hora de operar, dando oportunidade de conhecer o mercado de ações na prática.

Além de aprender sobre o mercado de ações, os participantes ainda podem ganhar prêmios, como viagens, cursos e passagens aéreas.


Veja os portais que disponibilizam essa ferramenta:

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Ferramenta para Investidores

Uma ferramenta muito útil para os investidores iniciantes, Dicionário de Finanças 
Dicionário de Finanças










No Dicionário de Finanças da BM&FBOVESPA você vai encontrar os principais termos e expressões utilizados nos mercados da Bolsa.

Acesse aqui > Dicionário de Finanças

Conheça palavras e expressões do mundo financeiro