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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Cartilha Educativa da Bm&fBovespa - Como investir na Bolsa em 6 passos

Como investir na Bolsa em seis passos



Para você investir com mais segurança e conhecimento, a Bolsa oferece um guia passo a passo facilitando sua entrada no mundo de ações.

 Seis passos para investir na Bolsa

sábado, 20 de julho de 2013

Contratos Futuros - Ajustes Diários

O Que São Ajustes Diários Em Contratos Futuros?


Já expliquei de maneira bem simples algumas características dos contratos futuros. Agora, vou aprofundar um pouco mais sobre como ocorre a liquidação financeira destas operações, ou seja, vou explicar o que são os ajustes diários.
Vamos lá:

Quando ocorrem os Ajustes Diários?

ajuste diárioPrimeiro veja o exemplo de uma operação baseado em dados reais de mercado:
  • Contrato: INDV12 (IBOVESPA futuro – vencimento 17/out/12)
  • Data do Negócio (Entrada): 15/out/12
  • Preço: 59.480
  • Quantidade: 1 Contrato (para simplificar vamos considerar apenas 1 contrato, o lote padrão são 5 contratos)
  • Data de Saída: 17/out/12 (no vencimento)
  • Preço no vencimento: 60.070
Como em qualquer operação no mercado futuro, esta operação tem os dois lados, o do investidor comprado e o do investidor vendido. Como saber qual dos dois obteve lucro?
Se você pensou no comprado, acertou.
Ele comprou a 59.480 algo que acabou valendo 60.070 no vencimento, um lucro de R$ 590 por contrato. De maneira inversa o vendido teve prejuízo, pois vendeu por 59.480 algo que no vencimento valia 60.070, prejuízo de R$ 590.
Já sabemos o resultado financeiro final dessa operação, mas a operação não se resume a isso.
Existem ajustes financeiros que ocorrem dia após dia. São os Ajustes Diários.

Como calcular o Ajuste Diário?

O Ajuste Diário é o ajuste financeiro que ocorre diariamente nas posições de todos os investidores. São realizados em diversos tipos de operações, desde o mercado futuro até em operações de swap.
Ao término de cada pregão, a bolsa contabiliza quem teve lucro/prejuízo no dia de acordo com as

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Últimas Notícias

BM&FBovespa eleva multa para investidor "inadimplente"


A BM&FBovespa decidiu apertar o cerco contra os investidores "inadimplentes" nas operações de compra e venda de ativos. A partir de 5 de agosto, a multa para quem não entregar ações vendidas dentro do prazo de três dias estipulado pela bolsa aumentará dos atuais 0,2% do valor financeiro da operação para 0,5%, por dia de atraso. E poderá saltar para até 10%, a partir de dezembro.
A mudança englobará não apenas as ações, mas todos os ativos negociados na BM&FBovespa, inclusive os derivativos, do segmento BM&F. Segundo o comunicado divulgado pela bolsa às corretoras, a alteração tem como objetivo "aprimorar os processos de liquidação financeira e de ativos das Câmaras de Ações (segmento Bovespa) e de Derivativos (segmento BM&F), visando penalizar os participantes que incorrerem em falhas de liquidação financeira e de entrega perante as Câmaras".
Embora a nova penalidade atinja todos os ativos, operadores afirmam que foram os problemas envolvendo ações do grupo 'X', de Eike Batista, especialmente MMX e OGX, teriam sido o gatilho que motivou a elevar substancialmente a multa para quem não entrega as ações dentro do prazo.
Conforme o Valor informou em duas ocasiões, nos meses de maio e junho, operadores relataram dificuldades frequentes na liquidação desses dois papéis. No início do ano, "falhas de entrega" - como a bolsa chama tecnicamente os casos de inadimplência - também foram comuns em operações com ações da Eletropaulo. A maior ocorrência desses casos é reflexo do crescimento das posições vendidas ou "short", quando os investidores apostam na baixa das ações.
A inadimplência ocorre porque o investidor vende a ação, mas não consegue fechar a operação correspondente de aluguel dos papéis para conseguir entregar o ativo no dia de liquidação da operação. A dificuldade no aluguel é consequência da grande demanda e da falta de doadores - o investidor que possui a ação e oferece para empréstimo no mercado.
Pelas regras da BM&FBovespa, ao fechar um negócio hoje (D+0), o vendedor das ações deve entregá-las ao comprador daqui a três dias (D+3). Esse é um processo quase automático, realizado pela área de custódia da Bovespa, a antiga CBLC. Quando o vendedor não entrega as ações, o comprador tem direito de lançar a chamada "ordem de recompra" a partir do quarto dia (D+4) para execução até o dia seguinte (D+5), recebendo finalmente as ações no oitavo dia útil (D+8).
Nesse período, o vendedor "inadimplente" é obrigado, hoje, a pagar multa de 0,2% sobre o valor financeiro da operação, além da eventual diferença de preço do papel na recompra. É essa multa que a Bovespa poderia aumentar para até 10% no fim do ano.
A forte queda das ações do grupo 'X' nos últimos meses vinha incentivando os investidores a adotarem uma posição vendida dessas ações, mesmo sem garantia de alugar os papéis no prazo de três dias para

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Mercado Futuro

O Que É Mercado Futuro e Como Você Deve Usar

Se alguma vez você já se perguntou o que é mercado futuro, pode ficar tranquilo, após ler este artigo você entenderá exatamente do que isso se trata e como você também pode se beneficiar utilizando contratos futuros.
Se você já acompanha a Bovespa, não se trata de nada muito complicado, nem uma operações financeira estruturadas como são os swaps.
Vamos lá:

Começando pelo básico
o que é mercado futuroO que a princípio parecem termos e questões complicadas, na realidade são instrumentos importantíssimos para o mercado financeiro, incluindo o pequeno investidor. 
Neste mercado é possível realizar diversas operações, com os mais variados perfis de risco, variando desde proteção de lucros (hedge), de renda fixa (baixo risco) e especulativas (alto risco).
Isso mesmo. No mercado futuro não há apenas estratégias de alto risco, há também diversas estratégias de baixo risco, e todas acessíveis ao pequeno investidor!
Antes de apresentar essas estratégias é muito importante entender o que é mercado futuro, a sua origem e sua importância. Vejamos abaixo duas situações com as quais muitas pessoas já devem ter se deparado:

Investidor 1 – Tem o sentimento de que o mercado pode cair
O investidor 1 tem em sua carteira de investimento diversas ações do mercado à vista, podem ser de apenas uma empresa ou de diversas.
Recentemente, ao ler o noticiário e os relatórios das corretoras, ele fica com a impressão que as perspectivas futuras do mercado são baixistas e recheadas de incertezas, deixando-o com a dúvida do que fazer com sua carteira de ações.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Riscos


Riscos de investir

Conheça os riscos reais de investir no mercado de ações e informe-se antes de começar.





TvBmfbovespa

sábado, 20 de abril de 2013

Jovens na Bolsa de Valores

Jovem, a Bolsa é pra você

Você sabia que não há idade mínima para começar a investir na Bolsa? Descubra porque, quanto antes você começar a investir o seu dinheiro, melhor para as suas finanças no futuro.



TvBmfbovespa

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Termos no Mercado Financeiro

Entenda alguns termos curiosos do mercado financeiro

 O mercado está andando de lado, os investidores estão realizando lucros com as blue chips, os "bulls" estão comprados e os "bear" estão vendidos. Entendeu? Confira o significado e a origem de alguns termos curiosos usados no mercado financeiro.



PREGÃO - É o jargão usado para definir o período do dia em que a Bolsa funciona para negociações à vista. Segundo o professor da FIA (Fundação Instituto de Administração) José Carlos Luxo, o termo vem de "apregoar", surgido na época em que as operações eram anunciadas em viva voz no ambiente central da Bolsa. A expressão continua sendo usada mesmo depois de 2005, quando o pregão viva voz deixou de existir, dando lugar ao pregão eletrônico.

BLUE CHIPS - O termo é usado no mercado norte-americano há mais de um século, e é adotado também no Brasil, para se referir às empresas com as ações mais negociadas em Bolsa. Uma explicação sobre a origem do termo é o jogo de pôquer: nele, as fichas azuis (literalmente "blue chips") são as mais valiosas. As blue chips são empresas de maior liquidez, ou seja, devido ao enorme volume de negócios, é possível converter a ação em dinheiro facilmente.



ANDAR DE LADO - Diz-se que a Bolsa "andou de lado" quando a oscilação foi pouco significativa ao longo do dia. Assim, ao avaliar um gráfico, por exemplo, há praticamente uma linha horizontal, sem altos e baixos. Normalmente, variações abaixo de 0,1% no fechamento do Ibovespa (o principal índice da Bolsa brasileira) se enquadram nesta categoria.


ESTAR COMPRADO OU VENDIDO - É a posição que os investidores assumem de acordo com suas estratégias e expectativas em relação a uma ação. "Se um investidor acha que o preço de uma ação vai subir, ele assume uma posição comprada (ou seja, compra ações da empresa). Se o preço da ação realmente subir, ele terá lucro. Se, ao contrário, ele acredita que o preço do papel vai cair, pode assumir uma "posição vendida", e vender as ações antes que o preço caia", explica o professor José Carlos Luxo.

BULL (TOURO) X BEAR (URSO) - Essa figura de linguagem surgiu na Bolsa de Nova York. O touro, quando ataca, joga seu adversário para cima; já o urso derruba seu oponente. Nas Bolsas de Valores, "bulls" são os investidores que compraram as ações e querem que os preços subam; já os "bears" são os que venderam as ações, pois esperam que os preços caiam. Logo, sempre existirá a briga entre o Bull/Touro (comprados) e Bear/Urso (vendidos).

BOLHA - Gíria usada por economistas para explicar uma alta excessiva de preços, tanto de ativos materiais (como imóveis e terrenos), como de ativos financeiros (como as ações). Essa alta de preços é rápida e contínua, motivada pela grande procura. Porém, como a demanda não se sustenta para sempre, em algum momento a oferta fica maior que a procura, e a bolha se rompe. Aí os preços caem, e provocam prejuízos para quem comprou esses ativos.

SUPORTE E RESISTÊNCIA - Os termos são utilizados pela Análise Gráfica, uma metodologia de cálculo econômico baseada na estatística. Por meio dela, são identificados limites tanto de alta quanto de baixa dos preços das ações. Portanto, estatisticamente, é pouco provável que o preço de uma ação caia abaixo da linha de suporte, ou suba além da linha de resistência.

UOL Economia

sexta-feira, 22 de março de 2013

Redução do valor de TED

Bancos reduzem para R$ 1 mil valor mínimo de TED

Segundo a Febraban, os bancos estabelecem um valor mínimo para esse tipo de transferência para evitar que a TED gere uma demanda em excesso

Caixa Eletrônico do Itaú equipado com o leitor digital
Caixa eletrônico: para transferências interbancárias abaixo de R$ 1 mil, os clientes podem recorrer aos DOCs, que têm valor limitado a R$ 5 mil por transação.
Brasília - A partir de amanhã (22), o valor mínimo para a realização de uma Transferência Eletrônica Disponível (TED) cai de R$ 2 mil para R$ 1 mil, informou hoje (21) a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
De acordo com Febraban, os “clientes pessoas físicas e jurídicas terão acesso ampliado a um meio prático, ágil e seguro de realizar transferências de recursos entre bancos diferentes”.
A TED faz com que o crédito entre na conta do destinatário no mesmo dia em que a transferência é solicitada. Em outras formas de movimentação financeira, como o Documento de Crédito (DOC), é preciso aguardar pelo menos um dia para a conclusão da operação.
Segundo a Febraban, os bancos estabelecem um valor mínimo para esse tipo de transferência para evitar que a TED gere uma demanda em excesso e sobrecarregue os sistemas de pagamento e de compensação das transações financeiras. De acordo com a federação, investimentos em tecnologia na rede de comunicações entre os bancos permitiram a redução sucessiva desses limites nos últimos anos: de R$ 5 mil para R$ 3 mil em 2010, para R$ 2 mil em novembro de 2012 e, agora, para R$ 1 mil.
Para transferências interbancárias abaixo de R$ 1 mil, os clientes podem recorrer aos DOCs, que têm valor limitado a R$ 5 mil por transação.
A Febraban informou ainda que as tarifas cobradas para a realização de TED variam de banco para banco, conforme a política comercial de cada um. Os preços das tarifas podem ser consultados no Sistema de Divulgação de Tarifas de Serviços Financeiros da Febraban.

domingo, 17 de março de 2013

Bolsa de valores

Dúvidas de Iniciante:O que você precisa saber antes de entrar na bolsa de valores? 

A bolsa de valores sempre foi e sempre será recheada de mitos e histórias fascinantes. Algumas empolgantes, outras assustadoras. Mas no meio de tudo isso existem as verdades, que são comprovadas com tempo e experiência, e essas, na grande maioria das vezes, são bastante difíceis de serem encaradas.

A única coisa certa é que antes de investir em bolsa é preciso saber como ela funciona, quais os riscos envolvidos e quais os possíveis retornos, para que no futuro ninguém diga que não foi avisado ou que não sabia onde estava se metendo, pois nesses casos o mercado não perdoa.

O Psicológico
Para o pequeno investidor a bolsa de valores é um território solitário, onde você convive com as mais diversas emoções
e toma suas próprias decisões. Se alguma coisa der errada não se pode culpar ninguém, exceto você mesmo. Por outro lado, se alguma coisa der certo o mérito será todo seu. É essa a realidade da bolsa.

Apesar de ser algo bastante complexo do ponto de vista psicológico, ela também pode auxiliar as pessoas a se conhecerem. Pode parecer besteira, mas o caminho do pequeno investidor dentro da bolsa, passa obrigatoriamente pelo autoconhecimento, pois você acaba descobrindo seu perfil, suas qualidades, suas fraquezas e como encara disciplina e estratégia. Tudo isso pode ser muito útil em sua vida fora da bolsa.

Os Riscos
Bolsa de valores é uma modalidade de investimento em renda variável. É muito importante que esse conceito seja

quinta-feira, 14 de março de 2013

O que é a bolsa de valores?

Dúvidas de Iniciante:O que é a bolsa de valores?


As bolsas de valores são instituições que administram mercados. Elas são centros de negociação de valores mobiliários, que utilizam sistemas eletrônicos de negociação para efetuar compras e vendas desses valores, que podem ser ações de companhia abertas (públicas ou privadas), contratos futuros, derivativos, etc.

Atualmente, no Brasil, as bolsas são organizadas sob a forma de sociedade por ações (S/A), reguladas e fiscalizadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e possuem ampla autonomia para exercerem seu papel de auto-regulamentação sobre as corretoras de valores que nela operam.

A principal função de uma bolsa de valores é proporcionar um ambiente transparente e adequado à realização de negócios com valores mobiliários. Mas essa não é a única função, as bolsas são responsáveis por fortalecer a economia e
podem favorecer todos os indivíduos de uma sociedade e não só aqueles que possuem ações de companhias abertas. Conheça mais algumas funções das bolsas de valores:

Levantar capital para negócios: as bolsas de valores fornecem um ótimo ambiente para as companhias levantarem capital para expandir suas atividades, fazerem novos investimentos, desenvolverem novos produtos, etc., e tudo isso favorece a economia como um todo, gerando novos empregos e divisas para o país.

Mobilizar e criar oportunidades em investimentos para o pequeno investidor:investir parte da poupança em ações de companhias abertas possibilita uma alocação mais versátil e inteligente dos investimentos. As ações abrem um leque de oportunidades para que o pequeno investidor diversifique seus investimentos e torne-se sócio de boas

quarta-feira, 6 de março de 2013

Ficou um pouco mais barato investir na Bolsa

Tarifas de negociação serão reduzidas em 28,5% a partir de abril, mas mudança tem pouco impacto para o investidor pessoa física.
Edemir Pinto, presidente-executivo da BM&FBovespa
Edemir Pinto: dezembro trará mais mudanças,
como a redução da taxa de custódia

São Paulo – A BM&FBovespa anunciou nesta manhã que irá reduzir em 28,5% as tarifasde negociação do mercado à vista de ações. A tarifa de negociação, que era de 0,007% sobre o valor negociado, cairá para 0,005% para todos os investidores. A redução entra em vigor a partir do dia 1 de abril.
E em uma segunda fase de mudanças, prevista para dezembro, as tarifas de negociação passarão a ser definidas mensalmente, de acordo com o volume de operações mensal médio, sendo que quanto maior o volume menores serão as tarifas no mês seguinte. E também será estendida a tabela de descontos dos investidores classificados como High Frequency Traders (HFTs - investidores de alta frequência) aos investidores day trade.