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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Sou iniciante e quero começar a investir. Como montar minha carteira?

Por  - O pequeno Investidor
O começo de uma carteira de investimentos é, provavelmente, a etapa mais difícil da estrada que leva à construção da independência financeira. Com pouca experiência e conhecimento mínimo, é natural sentir insegurança. Mas, seguindo alguns princípios, é possível deixar isso tudo de lado e organizar uma carteira de investimentos segura e rentável.

Princípios básicos para montar uma carteira de investimentos sem conhecimento financeiro

Investir não é difícil. Ser um especialista de fato exige ler bastante e ter conhecimentos muito específicos, mas a verdade é que qualquer um pode montar uma boa carteira de investimentos. Basta seguir princípios bastante simples.
1. Diversificar é a palavra de ordem
O primeiro princípio é simples: DIVERSIFIQUE. Se você é iniciante, não tem conhecimentos nem experiência. Logo, não aposte em uma classe específica de investimentos. Por quê? Porque você não tem experiência, nem conhecimento, e não tem como saber qual é o melhor investimento de todos. Aliás, mesmo que já tivesse experiência, seria bom diversificar e fazer alocação de ativos. Sem experiência e conhecimento, não diversificar é assumir um risco muito grande.
Imagina o que pode acontecer se você resolver investir todo seu patrimônio em ações e precisar do dinheiro justamente em um momento de baixa! Exatamente para evitar isso, é importante diversificar – até porque a diversificação possibilita que momentos de crise em mercados voláteis como a bolsa de valores se transformem em oportunidade. Nesses momentos, é possível vender um pouco de investimentos mais estáveis (como renda fixa) para comprar ações a preços mais baixos.
Se você desobedecer esse princípio, invista em renda fixa de curto prazo 
Mas, se você decidir desobedecer esse princípio, invista exclusivamente em títulos de renda fixa de curto prazo. É uma alternativa ruim – péssima -, mas é muito melhor do que arriscar seu dinheiro no cassino de títulos de longo prazo, em fundos de investimento imobiliário ou no mercado de ações.
Além disso, investidores iniciantes tendem a se desesperar fácil com a volatilidade típica da renda fixa de longo prazo ou de outros investimentos, e acabam vendendo suas posições nos piores momentos possíveis. Na renda fixa de curto prazo, esse problema não existe – mas a rentabilidade é bastante inferior.
O que entra no conceito de renda fixa de curto prazo? Basicamente, poupança, CDB, LCA, LCI, Fundos DI e LFTs (Tesouro Direto).
2. Foco é de longo prazo… sem deixar o presente de lado
O segundo princípio diz respeito ao foco dos seus investimentos. Qualquer pessoa,iniciante ou não, deve ter por objetivo investir para o longo prazo. A exceção, é claro, diz respeito às pessoas que não têm horizonte de longo prazo pela frente, por já terem idade avançada, ou pessoas que não podem investir no momento porque precisam gastar o dinheiro para investir em suas carreiras a fim de gerar renda maior no futuro.
Os outros mortais que querem construir um patrimônio financeiro significativo devem ter o objetivo de investir para o longo prazo. Esqueça fórmulas mágicas para enriquecer rápido, ou metas mirabolantes de rentabilidade alta, de 4%, 5% ao mês. O caminho mais seguro é o mais chato, e é de longo prazo. Prepare-se para correr uma maratona, não uma corrida de 100 m rasos.
Mas você não pode deixar de pensar no curto prazo. Mesmo com foco no longo prazo, é possível que surpresas desagradáveis aconteçam e você precise de dinheiro para emergências. Por isso, é importante separar uma parte dos seus investimentos para essas ocasiões, aplicada em títulos de curto prazo – novamente, poupança, CDB, LCA, LCI, Fundos DI e LFTs (Tesouro Direto).
3. Invista aos poucos
Não pense que a fórmula do sucesso é investir uma quantidade enorme de dinheiro de uma vez. Esse é um erro que muitos cometem, e acabam deixando de investir porque nunca conseguem acumular o que julgam suficiente para investir.
A maior parte dos ativos permite investimentos pontuais e de valor relativamente pequeno. Além disso, essa estratégia torna você mais preparado para momentos de volatilidade. Ao investir aos poucos, o impacto das altas e baixas de investimentos mais voláteis não é sentido de maneira brusca, de forma que isso ajuda a preparar seu lado psicológico para enfrentar, no futuro, momentos difíceis com um patrimônio maior investido.
4. Não é pecado investir por meio de fundos
Fundos de investimento podem ser uma excelente maneira de manter uma carteira de investimentos diversificada, com um custo baixo. Além disso, são ferramentas ideais para quem não tem paciência nem conhecimento para escolher os ativos que comporão suas carteiras.
Cuidado, apenas, com as taxas de administração, que muitas vezes são extorsivas. No caso dos fundos de ações, dê preferência aos ETFs, comprados pelo home broker, e com custos bastante inferiores aos fundos oferecidos por bancos.
Modelo de carteira elaborada para investidor iniciante
Apenas a título de exemplo, vamos montar uma carteira de investimentos elaborada a partir desses quatro princípios.
O primeiro passo é estabelecer uma carteira diversificada. Que tipos de ativos escolher?
Em primeiro lugar, escolha ativos com perfis de risco diferentes. Não adianta diversificar, por exemplo, escolhendo vários fundos de ações diferentes. Embora seja útil diversificar dentro de uma classe de ativos, também é importante diversificar com classes diferentes de ativos. Por exemplo, a carteira poderia ser composta da seguinte maneira:  renda fixa de curto prazo, renda fixa de longo prazo, ações e fundos de investimento imobiliário.
No início, é preferível que o investidor tenha por foco sua carteira de curto prazo – justamente para garantir a formação de um “colchão de segurança” para as emergências. Mais pra frente, com esse colchão de segurança formado, é possível começar com a diversificação.
Um exemplo de carteira que seguiria esses princípios é a seguinte:
carteira de investimentos
Como você pode observar, a carteira de investimentos é bastante equilibrada e tem liquidez bastante razoável.
Caso seja necessário obter recursos de emergência, 25% da carteira está em renda fixa de curto prazo, com baixa volatilidade, sendo que 10% está na poupança, investimento que tem liquidez imediata. Além disso, 10% está investido em debêntures, que são uma renda fixa de médio/longo prazo, e os restantes 65% estão em investimentos de longo prazo, o “motor” de rentabilidade da carteira ao longo dos anos.
Evidentemente, vários outros tipos de carteira poderiam ser construídos a partir dos princípios indicados, com muitas variações. O importante é manter a calma e construir uma carteira capaz de resistir a seus impulsos – o principal problema enfrentado por um investidor iniciante.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Bolsa de Valores

É possível viver e pagar todas as contas com os lucros da bolsa de valores?


Sim, é possível.
Mas… muito, muito difícil. Principalmente se você é day trader. O que é um day trader? Segundo definição da Investopedia, day trader é “um investidor que tenta lucrar fazendo rápidos movimentos diários. Um day trader frequentemente encerra todas as suas negociações antes que o mercado encerre suas operações no dia e não guarda nenhuma operação aberta de um dia para o outro. Alguns day traders usam alavancagem para aumentar os retornos gerados de pequenos movimentos no preço das ações”.
Dessa definição, podemos tirar duas conclusões: (1) o objetivo do day trader é lucrar constantemente, no dia-a-dia, e não no longo prazo. Evidentemente, quem consegue bons lucros no dia-a-dia, também conseguirá bons resultados no longo prazo; e (2) o objetivo é lucrar com a compra e venda de ações, e não com os dividendos gerados por elas, já que na maior parte do tempo o day trader não permanece com ações em sua carteira.
Mas será plausível que alguém consiga viver dos lucros do dia-a-dia na bolsa de valores?
Pra saber a resposta, precisamos fazer algumas contas a partir de algumas suposições hipotéticas. Acredito que a resposta à pergunta depende de duas variáveis importantes: o patrimônio do investidor e a lucratividade obtida por ele no mercado necessária para suprir as necessidades de sua família de acordo com a qualidade de vida que se deseja.
Mas sejamos humildes. Ninguém precisa viver com R$ 10 mil líquidos por mês, não é? Vamos lá… digamos que a família do nosso investidor tem necessidades básicas que totalizam R$ 5 mil por mês. Parece razoável? Então vamos em frente.
Bom, quanto ele precisaria ter para custear os R$ 5 mil, todo santo mês, com o dinheiro da bolsa de valores? Tudo depende da rentabilidade líquida obtida a cada mês. Se  investidor tiver R$ 50 mil de patrimônio, precisaria ter, todo mês, uma rentabilidade positiva de 10%. E isso só pra “pagar as contas”.
Sejamos mais “modestos”. Digamos que nosso heroico investidor não é tão competente assim e “só” consegue 1% de rentabilidade líquida ao mês, todo mês. Nesse caso, ele precisaria da “bagatela” de R$ 500 mil de patrimônio, e, de novo, apenas para “pagar as contas”.
Possível? É.
Provável? Não.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Empréstimo de Ativos


Empréstimo de Ativos



O empréstimo de ativos é uma atividade típica do mercado financeiro e, como qualquer atividade comercial, envolve certo grau de risco, o que exige a definição de normas e de controles adequados que permitam sua administração segura. Conheça.

 Empréstimo de Ativos

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

ETFs

Fundos de Índices (ETFs)



Ao investir em um ETF, aplica-se, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações. Ou seja, ao adquirir um ETF, o investidor “leva para casa” uma cesta com papéis de diferentes companhias que, juntas, reproduzem um determinado índice, diminuindo, dessa forma, a probabilidade e o risco de perda que corre quando se opta por negociar um título em especial.

 Cartilha ETF - Exchange Traded Fund

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Mercado de Capitais


Introdução ao Mercado de Capitais



Além de informações que lhe permitirão saber como e por que investir no mercado de ações, este conteúdo aborda conceitos básicos sobre o funcionamento das bolsas e apresenta um glossário com os termos mais utilizados. Por isso, a leitura deste folheto é um dos primeiros passos para quem quer participar deste mercado.

 Introdução ao Mercado de Capitais

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Clube de Investimento

Clube de Investimento



Esta publicação apresenta a você uma das formas mais fáceis de investir no mercado de ações: formando o seu clube de investimento. Reúna seus amigos, seus familiares ou os colegas da empresa e descubra agora mesmo como funciona e o que você precisa fazer para montar o seu.

 Clube de Investimento

domingo, 18 de agosto de 2013

Sonhos e Ações

Sonhos & Ações: Planejando suas conquistas passo a passo



Todo mundo tem um sonho, que pode ser uma viagem, a compra do primeiro imóvel, tranquilidade na aposentadoria ou garantir os estudos dos filhos, por exemplo. Para chegar lá, você já sabe que precisa de muita dedicação. Mas, com um planejamento financeiro, terá como concentrar o resultado de seus esforços na conquista do que deseja. Planejar significa decidir antecipadamente o que fazer. Nas finanças, é se programar para quitar suas despesas com previsão de sobra de algum dinheiro que possa, então, ser multiplicado. Em se tratando de tipos de investimento, o mercado de ações tem se mostrado uma opção atrativa no longo prazo, constituindo oportunidade para pessoas, empresas e instituições aplicarem suas poupanças. Saiba como.

 Sonhos & Ações: Planejando suas conquistas passo a passo

sábado, 17 de agosto de 2013

Corretora é a sua parceira!

Você nunca está sozinho ao investir. A corretora é a sua parceira!



Escolher uma corretora é o primeiro passo para começar a investir na Bolsa. Para fazer essa escolha, há pontos a serem observados. Este folheto explica tudo isso.

 A corretora é a sua parceira

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Cartilha Educativa da Bm&fBovespa - Como investir na Bolsa em 6 passos

Como investir na Bolsa em seis passos



Para você investir com mais segurança e conhecimento, a Bolsa oferece um guia passo a passo facilitando sua entrada no mundo de ações.

 Seis passos para investir na Bolsa

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Alavancagem

Alavancagem, utilize com moderação!


Nesse artigo falaremos de um dos conceitos mais importantes do mercado futuro, a alavancagem.
Mas por que esse conceito é tão importante a ponto de merecer um artigo só para ele?
Simplesmente porque a alavancagem pode quebrar qualquer investidor que a utilizar do modo errado.
Por que usar alavancagem?
alavancagemaPor outro lado, também pode ser extremamente benéfico ao investidor que estiver atento ao risco de suas operações.
Alavancagem tem sua origem na palavra “alavanca” que na física é representada por uma barra rígida apoiada em um ponto fixo (ponto de apoio) utilizada para levantar grandes pesos.
Um homem comum não consegue levantar uma pedra de 200 kgs somente com a força do braço, mas se fizer uma alavanca com uma barra e um ponto de apoio ele consegue. Como diria Arquimedes:
“Daí-me um ponto de apoio e levantarei o mundo”.
Transplantando a palavra alavanca do contexto da física para o do mercado financeiro, o significado passa a ser o de operar volumes financeiros acima do patrimônio ou capacidade financeira do investidor. Ou seja, operar grandes volumes com poucos recursos.
Transformando pouco em muito
No mercado futuro o conceito de alavancagem é facilmente reconhecido pela relação entre a margem de garantia e o valor do contrato futuro. Lembrando dos artigos anteriores vimos que o valor da margem de garantia para um contrato cheio do Índice Futuro com vencimento em dez/12 (INDZ12) era de R$ 10.258 no dia 25/out/12.
Nesse mesmo dia a cotação do INDZ12 estava em 58.200, ou seja, um contrato do INDZ12 tinha o valor financeiro relativo de R$ 58.200.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Índices Bovespa

Foi só algum tempo depois que eu comecei a investir que descobri algo muito importante e que eu não fazia ideia que existia: os indices bovespa.
“Diego, você quer dizer Índice Bovespa, não é mesmo?”
Não amigo investidor, é no plural mesmo. Além do famoso índice Ibovespa, que todo mundo conhece, existem outros 22 índices criados pela própria Bovespa para ajudar os investidores a acompanhar o mercado.
Após ler este artigo e entender melhor cada um deles, você pode acompanhar as cotações aqui.
Você já percebeu que quando falamos “a bolsa de valores está subindo” na realidade estamos nos referindo somente ao índice Ibovespa? Isso não quer dizer que algumas empresas estejam com os preços caíndo.

“Comparando banana com banana”

Do mesmo modo que o índice Ibovespa dá uma visão geral sobre as principais empresas listadas na bolsa de valores, existem índices que agrupam empresas com outras características em comum, dando um ideia melhor do que está acontecendo com um um determinado setor da economia, por exemplo.
Assim podemos comparar empresas com suas iguais: para identificar quais construtoras estão tendo um melhor desempenho que a média, basta comparamos cada uma delas com o IMOB (índice imobiliário).
Os índices são de grande ajuda aos investidores, especialmente na hora de determinar novas tendências, conforme afirmava Charles Dow, o criador da Teoria de Dow, o fundamento da análise técnica. (Entenda aqui o que é análise técnica.)
Vamos lá:

Índices Bovespa Amplos

Índices Bovespa AmplosEstes índices da Bovespa mostram um panorama amplo do mercado.
Englobam as principais empresas listadas na bolsa de valores, de diversos setores, tamanhos. O peso que cada um tem no índice é ponderado sempre pelo volume financeiro das negociações

Ibovespa

  • nome: Indice Bovespa
  • código: IBOV 
  • características:
    • É o principal e o mais antigo índice do mercado brasileiro, iniciado em 1968.
    • Representa fielmente o comportamento médio das principais ações negociadas.
    • As empresas que compões este índice representam mais de 80% do volume transacionado no mercado e mais de 70% da capitalização de mercado.

IBrX-50

  • nome: Indice Brasil 50
  • código: IBXL 
  • características:
    • Composto pelos 50 papéis mais líquidos da Bovespa.
    • Criado para ajudar administradores de grandes carteira que precisam de ativos com mais liquidez.
    • Possibilita lançamento de derivativos como futuros e opções.
    • Pode ser facilmente reproduzido pelo mercado.

IBrX

  • nome: Indice Brasil
  • código: IBXX 
  • características:
    • Parecido com o IBrX-50, porém composto pelos 100 papéis mais líquidos da Bovespa.
    • Assim como outros índices da Bovespa, o IBrX busca refletir o desempenho das principais ações negociadas.

IBrA

  • nome: Indice Brasil Amplo
  • código: IBRA
  • características:
    • Busca oferecer a visão mais ampla possível do mercado acionário, medindo o comportamento das ações de todas as  empresas listadas na BM&FBovespa que atendam a alguns critérios de inclusão.

Mid-Large Cap

  • nome: Indice Mid-Large Cap
  • código: MLCX 
  • características:
    • Busca medir o comportamento das maiores empresas listadas na bolsa em termos de valor de mercado e capitalização.
    • Essas empresas, em conjunto, representarem 85% do valor de mercado total negociado na Bovespa.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Investimentos

Como Escolher Investimentos na Bolsa de Valores?

O primeiro passo para montar uma carteira de investimentos, é avaliar o retorno potencial em relação ao risco dos ativos disponíveis na bolsa de valores.
investimentos bolsa valoresPara isso é importante realizar diversos estudos como:
  • analise de risco
  • risco de liquidez
  • retorno sobre o benchmark
  • montagem de cenários

Análise de Risco

Há diversas formas de medir o risco de um investimento, e esta é uma etapa fundamental no processo de investir na bolsa de valores.
Atualmente as abordagens mais clássicas já estão amplamente difundidas entre os gestores de investimento profissionais. Entre elas estão:
  • VAR (value at risk),
  • Teste de Stress (stress test), 
  • Tracking Error
  • Volatilidade
risco bolsa de valoresJá algumas casas de investimentos buscam principalmente saber se o emissor do ativo tem um histórico de problemas de pagamento, ou se o investimentos escolhido tem algum passivo ambiental ou jurídico que possam comprometer o retorno dos valores investidos.
Perceba que isso não quer dizer que esse ativo “problema” deva ficar fora da sua carteira, mas a o retorno esperado deste ativo deve ser muito maior que a dos outros, para então compensar o risco envolvido. Sua alocação na carteira também deverá ser menor que os demais.

Risco de Liquidez

O risco de liquidez vem sendo um grande problema para alguns investimentos, e na maioria dos casos o investidor só percebe este risco quando já é tarde demais: entrou no ativo, mas não consegue sair dele.
Algumas operações com opções de futuros e de commodities tem essa característica. Por isso

sábado, 20 de abril de 2013

Jovens na Bolsa de Valores

Jovem, a Bolsa é pra você

Você sabia que não há idade mínima para começar a investir na Bolsa? Descubra porque, quanto antes você começar a investir o seu dinheiro, melhor para as suas finanças no futuro.



TvBmfbovespa

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Termos no Mercado Financeiro

Entenda alguns termos curiosos do mercado financeiro

 O mercado está andando de lado, os investidores estão realizando lucros com as blue chips, os "bulls" estão comprados e os "bear" estão vendidos. Entendeu? Confira o significado e a origem de alguns termos curiosos usados no mercado financeiro.



PREGÃO - É o jargão usado para definir o período do dia em que a Bolsa funciona para negociações à vista. Segundo o professor da FIA (Fundação Instituto de Administração) José Carlos Luxo, o termo vem de "apregoar", surgido na época em que as operações eram anunciadas em viva voz no ambiente central da Bolsa. A expressão continua sendo usada mesmo depois de 2005, quando o pregão viva voz deixou de existir, dando lugar ao pregão eletrônico.

BLUE CHIPS - O termo é usado no mercado norte-americano há mais de um século, e é adotado também no Brasil, para se referir às empresas com as ações mais negociadas em Bolsa. Uma explicação sobre a origem do termo é o jogo de pôquer: nele, as fichas azuis (literalmente "blue chips") são as mais valiosas. As blue chips são empresas de maior liquidez, ou seja, devido ao enorme volume de negócios, é possível converter a ação em dinheiro facilmente.



ANDAR DE LADO - Diz-se que a Bolsa "andou de lado" quando a oscilação foi pouco significativa ao longo do dia. Assim, ao avaliar um gráfico, por exemplo, há praticamente uma linha horizontal, sem altos e baixos. Normalmente, variações abaixo de 0,1% no fechamento do Ibovespa (o principal índice da Bolsa brasileira) se enquadram nesta categoria.


ESTAR COMPRADO OU VENDIDO - É a posição que os investidores assumem de acordo com suas estratégias e expectativas em relação a uma ação. "Se um investidor acha que o preço de uma ação vai subir, ele assume uma posição comprada (ou seja, compra ações da empresa). Se o preço da ação realmente subir, ele terá lucro. Se, ao contrário, ele acredita que o preço do papel vai cair, pode assumir uma "posição vendida", e vender as ações antes que o preço caia", explica o professor José Carlos Luxo.

BULL (TOURO) X BEAR (URSO) - Essa figura de linguagem surgiu na Bolsa de Nova York. O touro, quando ataca, joga seu adversário para cima; já o urso derruba seu oponente. Nas Bolsas de Valores, "bulls" são os investidores que compraram as ações e querem que os preços subam; já os "bears" são os que venderam as ações, pois esperam que os preços caiam. Logo, sempre existirá a briga entre o Bull/Touro (comprados) e Bear/Urso (vendidos).

BOLHA - Gíria usada por economistas para explicar uma alta excessiva de preços, tanto de ativos materiais (como imóveis e terrenos), como de ativos financeiros (como as ações). Essa alta de preços é rápida e contínua, motivada pela grande procura. Porém, como a demanda não se sustenta para sempre, em algum momento a oferta fica maior que a procura, e a bolha se rompe. Aí os preços caem, e provocam prejuízos para quem comprou esses ativos.

SUPORTE E RESISTÊNCIA - Os termos são utilizados pela Análise Gráfica, uma metodologia de cálculo econômico baseada na estatística. Por meio dela, são identificados limites tanto de alta quanto de baixa dos preços das ações. Portanto, estatisticamente, é pouco provável que o preço de uma ação caia abaixo da linha de suporte, ou suba além da linha de resistência.

UOL Economia

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Investir na bolsa

Investir na bolsa é como andar de bicicleta


Você já viu um adulto que não sabe andar de bicicleta? Sem jeito, com medo de se machucar, desconfiado. A relação dele com a bicicleta lembra muito a do brasileiro médio com o mercado acionário. Investir na bolsa exige prática, conhecimento e alguma habilidade.
Quanto mais cedo se entende o mundo da renda variável, melhor, tal como ocorre com a bicicleta. O brasileiro, porém, sempre preferiu a ‘bike’ com rodinhas representadas pela liquidez diária e pelos juros elevados das aplicações conservadoras. Mas esse conforto acabou. É hora de aprender a pedalar como adulto. A boa notícia é que o momento nunca esteve tão propício para se começar a entender este novo universo.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Ferramenta para Investidores

Uma ferramenta muito útil para os investidores iniciantes, Dicionário de Finanças 
Dicionário de Finanças










No Dicionário de Finanças da BM&FBOVESPA você vai encontrar os principais termos e expressões utilizados nos mercados da Bolsa.

Acesse aqui > Dicionário de Finanças

Conheça palavras e expressões do mundo financeiro