Confira dez dicas para aplicar no Tesouro Direto com mais segurança
Em 2012, o programa federal Tesouro Direto se destacou como um dos investimentos mais favoráveis ao investidor. Chamou a atenção o desempenho de um dos títulos negociados (a NTN-B que vence em 2035), cujo preço disparou mais de 40% ao longo do ano passado.
Há dez anos, o Tesouro Direto permite que os investidores do tipo pessoa física negociem "pedaços" da dívida pública (a dívida do governo), chamados de títulos.
Esses títulos funcionam como uma espécie de nota promissória emitida pelo governo. O Tesouro Nacional (o órgão público responsável) vende esses papéis e se compromete a devolver o valor originalmente pago pelo investidor, corrigido por uma taxa de juros, em uma data determinada. O prazo varia de poucos meses a décadas.
Para atrair mais investidores, a BM&FBovespa e o Tesouro Nacional decidiram deixar de cobrar a taxa de negociação de 0,1% no momento da compra dos títulos do Tesouro Direto. A regra entrou em vigor em 1º de janeiro.
Veja abaixo algumas dicas para aplicar no Tesouro Direto com mais segurança.