sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Análise Técnica

Análise Técnica Desmistificada com 5  Verdades



Por Gabriel Kallas - Toro Radar

Todos os dias ouvimos toneladas de mitos sobre a análise técnica e sobre como funciona a bolsa de valores e a variação dos preços.
Portanto, o primeiro passo para vencer na bolsa de valores utilizando a análise técnica é se esquivar dos milhares de mitos e se agarrar às poucas verdades que fazem parte de um caminho vitorioso no mercado de ações.
Abaixo, separamos 5 premissas que te protegerão de cair nas armadilhas do mundo das fantasias e lhe permitirão atingir seus objetivos.

análise técnica

1 - Análise Técnica não é previsão, mas sim reação.

Quando identificamos uma oportunidade no mercado de ações através da análise técnica, não estamos prevendo que uma ação vai subir.
Não existe bola de cristal e nem formula mágica do dinheiro. O que estamos fazendo é reagindo aos sinais que o mercado nos forneceu e nos alinhando ao cenário de maior probabilidade.
Com isso, conseguiremos ganhar entre 70% e 80% caso tenhamos uma estratégia consistente, o que é mais do que o suficiente para que possamos alcançar os nossos objetivos.
análise técnica de ações

2 - Disciplina, paciência e persistência são tão importantes quanto a estratégia.

Nenhuma estratégia é feita para ganhar em um dia, na próxima semana ou no próximo mês.análise técnica ações
Estratégias são construídas para que você ganhe no próximo ano e na próxima década.
Portanto, de nada adiantará realizar uma análise técnica perfeita se você não tiver disciplina para executa-la da maneira correta, paciência para aguardar os resultados aparecerem e persistência para se manter no mercado durante os momentos difíceis.
Para atingirmos quaisquer objetivos na vida é preciso passar e superar momentos difíceis. Para ganhar dinheiro na bolsa de valores através da análise técnica não é diferente, desistir é sempre a pior opção.

3 - Estratégias consistentes são simples, utilize apenas as ferramentas realmente necessárias.

análise técnica do mercadoExistem centenas de ferramentas de análise técnica, isso não quer dizer que você tem de utilizar todas.
Utilize apenas as ferramentas que lhe permitirão extrair algo importante do mercado. Elas devem estar contextualizadas para funcionar juntas, em um conjunto que faça sentido.
Colocar uma ferramenta fora do seu lugar, é como colocar um zagueiro para fazer o trabalho de pivot, ou uma guitarra no meio de uma orquestra sinfônica, o máximo que você conseguirá é gerar ruídos que confundirão sua decisão.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Análise Técnica

Indicador Canais de Preço na Análise Técnica

Por  Diego Wawrzeniak - Bússola do Investidor
indicador Canais de Preço é um indicador de simples utilização e significado.
Basicamente trata-se de linhas colocadas acima e abaixo do preço atual de um determinado ativo. A linha, ou canal superior, é definido na alta do x – período, e o canal inferior é definido na baixa do mesmo período.
indicador canais de preçoPara um Price Channel de 20 dias, por exemplo, o canal superior será igual ao máximo valor observado nos últimos 20 dias de negociação, e o canal inferior será o valor mais baixo observado nesse mesmo período.
Os Price Channels podem ser utilizados para identificar sinais do inicio de uma tendência de alta ou de baixa. Além disso, também auxiliam a identificação de níveis sobrecomprados e sobrevendidos dentro de uma tendência maior.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Webinar - Ordem Stop

Webinar - Palestra Online
Participe de nossa palestra, tire suas dúvidas e aprenda a utilizar essa funcionalidade.
Tema: Ordem Stop
Aprenda como utilizar ordens stop em suas operações. 
- Stop de Compra 
- Stop de Venda 
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Dúvidas sobre Ordem Agendada e suas características gerais. 
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Nível:Básico
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Palestrante: Celso Escobar Machado 

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Bolsa de Valores

É possível viver e pagar todas as contas com os lucros da bolsa de valores?


Sim, é possível.
Mas… muito, muito difícil. Principalmente se você é day trader. O que é um day trader? Segundo definição da Investopedia, day trader é “um investidor que tenta lucrar fazendo rápidos movimentos diários. Um day trader frequentemente encerra todas as suas negociações antes que o mercado encerre suas operações no dia e não guarda nenhuma operação aberta de um dia para o outro. Alguns day traders usam alavancagem para aumentar os retornos gerados de pequenos movimentos no preço das ações”.
Dessa definição, podemos tirar duas conclusões: (1) o objetivo do day trader é lucrar constantemente, no dia-a-dia, e não no longo prazo. Evidentemente, quem consegue bons lucros no dia-a-dia, também conseguirá bons resultados no longo prazo; e (2) o objetivo é lucrar com a compra e venda de ações, e não com os dividendos gerados por elas, já que na maior parte do tempo o day trader não permanece com ações em sua carteira.
Mas será plausível que alguém consiga viver dos lucros do dia-a-dia na bolsa de valores?
Pra saber a resposta, precisamos fazer algumas contas a partir de algumas suposições hipotéticas. Acredito que a resposta à pergunta depende de duas variáveis importantes: o patrimônio do investidor e a lucratividade obtida por ele no mercado necessária para suprir as necessidades de sua família de acordo com a qualidade de vida que se deseja.
Mas sejamos humildes. Ninguém precisa viver com R$ 10 mil líquidos por mês, não é? Vamos lá… digamos que a família do nosso investidor tem necessidades básicas que totalizam R$ 5 mil por mês. Parece razoável? Então vamos em frente.
Bom, quanto ele precisaria ter para custear os R$ 5 mil, todo santo mês, com o dinheiro da bolsa de valores? Tudo depende da rentabilidade líquida obtida a cada mês. Se  investidor tiver R$ 50 mil de patrimônio, precisaria ter, todo mês, uma rentabilidade positiva de 10%. E isso só pra “pagar as contas”.
Sejamos mais “modestos”. Digamos que nosso heroico investidor não é tão competente assim e “só” consegue 1% de rentabilidade líquida ao mês, todo mês. Nesse caso, ele precisaria da “bagatela” de R$ 500 mil de patrimônio, e, de novo, apenas para “pagar as contas”.
Possível? É.
Provável? Não.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Moody´s muda percepção sobre o Brasil


imagem do prédio da Moody's

Mais uma luz amarela sobre as perspectivas da economia brasileira. Na semana passada tivemos um artigo “desabonador” da revista inglesa The Economist sobre o desempenho do governo Dilma na gestão econômica. Nesta quarta-feira, foi a vez da agência Moody´s, ao alertar que pode reduzir a nota de rating soberano do Brasil. Mesmo assim, reduziu a perspectiva de nota de dívida do país, de “positiva” para “estável”. Isto significa dizer que a tendência agora é de manutenção e não mais de alta.

A justificar isto “a deterioração da relação dívida/PIB, o nível dos investimentos e o fraco crescimento.” Segundo a Moody´s, “apesar de haver sinais de que a economia brasileira está começando a se recuperar, a visão da agência classificadora é que, se e quando a recuperação se materializar, não é provável que será forte o suficiente para restaurar a tendência positiva nas métricas de crédito do Brasil.”

Na verdade, vem se tornando um exercício cada vez mais complicado saber o que acontecerá com o país neste ano e nos próximos. Os excessos de intervenção, a perda de confiança dos agentes (comércio, indústria, serviços, etc), e o “bater cabeça” das ações governamentais na economia, reforçam isto.

Nas projeções de mercado isto parece bem claro, dado o grande intervalo entre as mínimas e máximas. No crescimento da economia trabalha-se em 2014 com um crescimento entre 0,5% e 3,7% e em 2015, depois das eleições, entre 0,5% e 4,5%. Parece que estão todos desorientados, sem uma bússola ajustada sobre o futuro do país.

Autor: Julio Hegedus, economista-chefe da Lopes Filho e Associados

segunda-feira, 7 de outubro de 2013