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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Indicadores Técnicos - Suporte e Resistência
Suporte e Resistência
Fonte: InvestMax
A cotação de um dado título depende essencialmente de um luta entre compradores e vendedores. Tal e qual como um qualquer mercado, o comprador tenta baixar o preço enquanto que o vendedor tenta puxar os preços para cima. Quando o comprador define um preço que ajuda o do vendedor, acontece a transação.
Analisemos o período de Julho a Agosto de 1998. Durante essas sessões de Bolsa a cotação esteve sempre acima do nível dos 7.72 euros. Nessa situação, a ação dos compradores fez-se sentir, o que evitou, que a cotação baixasse abaixo do nível de 7.72. Por esta razão, o nível dos 7.72 Euros é definido como sendo um valor suporte.
Em resumo, num nível de suporte, os investidores presumem que as cotações evoluem sempre com valores acima desse valor. Isto pressupõe que a ação dos compradores será sempre mais forte que a dos investidores. No caso de um nível de resistência, o mercado estima que as cotações do título evoluirão sempre em valores abaixo desse valor. Assim, a ação dos vendedores, será sempre mais decisiva do que a dos compradores.
No entanto, não se pode definir a identificação dos níveis de suporte e de resistência como uma fórmula mágica para identificar a evolução de um título. De fato, é habitual que, tanto um nível de suporte como um nível de resistência sejam rompidos.
Nessa situação, o valor de 7.72 Euros era um valor de suporte. No entanto, no dia 30 de Setembro houve um rompimento desse nível. Na pratica isto significou que as expectativas do mercado apontavam para uma queda da cotação do título.
Para que isto aconteça basta, por exemplo, que o mercado reaja à publicação de uma notícia ou de um rumor!!!
Quando ocorre o rompimento de uma resistência ou suporte, acontece muitas vezes que um nível de suporte se torna um nível de resistência. Essa situação corresponde à expectativa bearish face à evolução de cotação. No extremo oposto temos a situação em que um nível de resistência se torna num nível de suporte. Tal circunstância ocorre numa situação em que está gerada um expectativa Bullish face à evolução da cotação do título.
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Indicadores Técnicos - MACD
MACD - Média Móvel Divergente/Convergente
Fonte: InvestMax
Como funciona, como usar e como se calcula, esse indicador de análise técnica.
O indicador MACD (Média Móvel Divergente / Convergente) é um indicador de tendência que mostra a relação entre duas médias móveis. É calculado subtraindo à média móvel exponencial de 26 dias a média móvel exponencial de 12 dias. O gráfico que daí se obtém é comparado com o gráfico da média móvel exponencial de 9 dias denominada de linha de sinal ou trigger que geralmente é uma gráfico a picotado. Como é que se interpreta a relação entre estes dois gráficos? É calculado subtraindo à média móvel exponencial de 26 dias a média móvel exponencial de 12 dias. O gráfico que daí se obtém é comparado com o gráfico da média móvel exponencial de 9 dias denominada de linha de sinal ou trigger que geralmente é uma gráfico a picotado. Como é que se interpreta a relação entre estes dois gráficos?
O indicador MACD (Média Móvel Divergente / Convergente) é um indicador de tendência que mostra a relação entre duas médias móveis. É calculado subtraindo à média móvel exponencial de 26 dias a média móvel exponencial de 12 dias. O gráfico que daí se obtém é comparado com o gráfico da média móvel exponencial de 9 dias denominada de linha de sinal ou trigger que geralmente é uma gráfico a picotado. Como é que se interpreta a relação entre estes dois gráficos? É calculado subtraindo à média móvel exponencial de 26 dias a média móvel exponencial de 12 dias. O gráfico que daí se obtém é comparado com o gráfico da média móvel exponencial de 9 dias denominada de linha de sinal ou trigger que geralmente é uma gráfico a picotado. Como é que se interpreta a relação entre estes dois gráficos?
Há três tipos distintos de interpretação gráfica do MACD:
· Intersecções dos gráficos: uma regra do MACD é vender sempre que o seu gráfico passe para baixo do gráfico da sua linha de sinal. Da mesma forma, um sinal de compra é emitido sempre que o seu gráfico passa para cima da sua linha de sinal.
Divergências: outra interpretação valiosa retirada do MACD é a detecção do fim de uma tendência
Note-se que o MACD não é um indicador que antecipa mudanças no mercado. O MACD é na realidade um indicador que segue a tendência do mercado.
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Indicadores Técnicos - Bollinger Bands
Bandas de Bollinger (Bollinger Bands)
Fonte: InvestMax
Bandas de Bollinger: O que é, como usar, como analisar e como calcular esse indicador de análise técnica.
Em termos de análise técnica, o indicador que mede a volatilidade de um título são as Bandas de Bollinger que foram desenvolvidas por John Bollinger da Bollinger Capital. Atente-se ao seguinte gráfico onde estão desenhadas das bandas de Bollinger:
As Bandas de Bollinger são de fato 3 linhas ou envolventes. A banda central é na realidade uma média móvel das cotações do título nos últimos n dias. Depois temos ainda a banda superior e a banda inferior que são calculadas em função do desvio padrão relativamente à média móvel, ou banda central. Em termos de cálculo, temos as seguintes fórmulas:
Banda Superior = Banda Central + D * Sqrt( sum(cotação - banda central)^2/N)
Banda Superior = Banda Central - D * Sqrt( sum(cotação - banda central)^2/N)
(N = número de dias de cálculo da média móvel)
(Sqrt = raíz quadrada)
(Sum = somatório)
(D = número de desvios padrões)
Em termos de interpretação, as bandas de Bollinger podem ser interpretadas graficamente da seguinte forma:
1. Uma variação de cotação que comece numa banda tende a deslocar a cotação do título para a outra banda
2. Quando as cotações de um título saem fora quer da banda superior quer da banda inferior, tendem a voltar para dentro das bandas. Tal significa que se a cotação de um título estiver acima da banda superior, continuará aí apenas temporariamente até surgir um movimento de queda das cotações que reporá as cotações para dentro das bandas
3. As maiores variações da cotação de um título tendem a surgir quando as bandas superiores e inferiores se encontram mais próximas. Esse período de tempo é geralmente um período de consolidação das cotações (ex:ZONA 2) que deverá ser seguido por um período de tempo de maior volatilidade em que as bandas tenderão a afastar-se (ex: ZONA 1).
Banda Superior = Banda Central + D * Sqrt( sum(cotação - banda central)^2/N)
Banda Superior = Banda Central - D * Sqrt( sum(cotação - banda central)^2/N)
(N = número de dias de cálculo da média móvel)
(Sqrt = raíz quadrada)
(Sum = somatório)
(D = número de desvios padrões)
Em termos de interpretação, as bandas de Bollinger podem ser interpretadas graficamente da seguinte forma:
1. Uma variação de cotação que comece numa banda tende a deslocar a cotação do título para a outra banda
2. Quando as cotações de um título saem fora quer da banda superior quer da banda inferior, tendem a voltar para dentro das bandas. Tal significa que se a cotação de um título estiver acima da banda superior, continuará aí apenas temporariamente até surgir um movimento de queda das cotações que reporá as cotações para dentro das bandas
3. As maiores variações da cotação de um título tendem a surgir quando as bandas superiores e inferiores se encontram mais próximas. Esse período de tempo é geralmente um período de consolidação das cotações (ex:ZONA 2) que deverá ser seguido por um período de tempo de maior volatilidade em que as bandas tenderão a afastar-se (ex: ZONA 1).
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Indicadores Técnicos - Linha de Tendência
Linha de Tendência
Fonte: InvestMax
Como é que se traça esta linha? Há várias formas de o fazer dependendo antes de tudo do período temporal que se está a analisar. Observe o gráfico II. Nele podemos observar que o traçado da linha de tendência de curto-prazo é uma linha ascendente a azul. Se tomarmos um período de tempo mais dilatado, já se pode traçar uma linha de tendência completamente diferente que corresponde a uma linha de tendência de longo-prazo descendente. O traçado da linha tem assim que levar em conta o tipo de análise pretendida em termos de período temporal.
Em termos do traçado propriamente dito, o objetivo é unir o máximo número de pontos correspondentes a máximos locais (linha de tendência descendente) ou o máximo número de pontos correspondentes a mínimos locais (linha de tendência ascendente). Quantos mais pontos do gráfico da evolução da cotação fizerem parte da linha, mais credível será a linha de tendência. Na prática significa quem uma linha que cruza três pontos de máximo (mínimo) do gráfico é mais credível que uma linha que cruza apenas dois pontos de máximo (mínimo).
Na prática significa quem uma linha que cruza três pontos de máximo (mínimo) do gráfico é mais credível que uma linha que cruza apenas dois pontos de máximo (mínimo).
Na prática significa quem uma linha que cruza três pontos de máximo (mínimo) do gráfico é mais credível que uma linha que cruza apenas dois pontos de máximo (mínimo).
Um outro aspecto importante na análise gráfica das linhas de tendência prende-se com a penetração de uma linha de tendência (gráfico III). Para averiguar se a penetração de uma linha de tendência descendente significa que a cotação vai passar a evoluir segundo uma tendência ascendente é importante avaliar o volume transacionado. Por exemplo, se uma linha de tendência descendente for penetrada com um volume elevado, é provável que a cotação do título passe a subir. Se o volume for fraco, podemos estar na presença de um falso sinal provocado pelos compradores do título. No caso do gráfico III o que se verificou foi o rompimento da linha de tendência ascendente acompanhado por um forte aumento do volume transacionado. No seguimento desse rompimento verificou-se que a inversão da tendência era um sinal real e não um falso sinal.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Indicadores Técnicos - Stoch
Estocástico (Stoch)
Fonte: InvestMax
É importante sob o ponto de vista técnico determinar qual a relação entre a cotação de um título e o intervalo de cotações onde esse título se manteve nos últimos N dias. A importância desta análise reside na tendência que as cotações têm em fechar perto quer do máximo do intervalo quer do valor mínimo, no caso de uma alta de cotação ou baixa respectivamente.
No caso de uma tendência de baixa de cotação, o preço tende a bater no limite mínimo do intervalo para depois inverter a tendência e começar a subir afastando-se do valor mínimo do intervalo. Raciocínio análogo pode ser feito para uma tendência de alta de cotação.
Em termos gráficos, o indicador estocástico é representado por duas linhas. A linha principal denomina-se de %KD. A segunda linha que é usualmente impressa a tracejado, denominada %D e é uma média móvel da linha %K.
Número de períodos do %K: número de períodos de análise do indicador
Número de períodos de abrandamento do %K:
Número de períodos do %D: número de períodos a utilizar para o cálculo da média móvel do %K
Tipo de média móvel do %D: este parâmetro define que tipo de média móvel (Exponencial, simples, triangular ou outra) a utilizar no cálculo do %D
Número de períodos de abrandamento do %K:
Número de períodos do %D: número de períodos a utilizar para o cálculo da média móvel do %K
Tipo de média móvel do %D: este parâmetro define que tipo de média móvel (Exponencial, simples, triangular ou outra) a utilizar no cálculo do %D
Suponha-se que no período de análise, a cotação do título em análise variou entre MÁXIMO e MÍNIMO ([MÍNIMO;MÁXIMO]). A fórmula do cálculo do %K para um determinado dia é então a seguinte:
%K = (cotação de fecho - MÍNIMO)/(MÁXIMO - MÍNIMO) * 100
Como exemplo tome-se como referência um título X que variou nos últimos 10 dias entre os 4 Euros e os 6 Euros. Suponha-se que a cotação de fecho hoje foi de 5 Euros. Então o valor de %K seria o seguinte:
(5 -4)/(6 - 4) * 100 = 50%
O valor de 50% significa que o valor de fecho hoje se encontra a meio entre o intervalo de variação do título nos últimos 10 dias que estava situado no intervalo [4;6]. Por exemplo, se a cotação de fecho hoje fosse de 4.5 Euros, então o %K valeria:
(4.5 - 4)/(6-4) = 0.25%
É fácil perceber que o %K variará entre os 0% e os 100%. Se valer 0% quer dizer que a cotação de fecho é igual ao mínimo valor da cotação nos últimos n períodos. Se valer 100%, quer dizer que a cotação de fecho bateu no máximo dos últimos n períodos.
O número de períodos de abrandamento utilizado no cálculo foi de 1.
Após o cálculo do %K, tem-se que calcular a média móvel do %K que nos dará o %D.
Há várias interpretações a retirar da comparação entre as linhas %K e %D e que são as seguintes:
Há várias interpretações a retirar da comparação entre as linhas %K e %D e que são as seguintes:
a. Um sinal de compra é gerado quando a linha %K ou a linha %D desce abaixo dos 20% para depois subir acima dos 20%. Um sinal de venda é gerado quando a linha %K ou a linha %D sobe acima dos 80% para depois descer abaixo desse nível
b. Um sinal de compra é gerado no momento em que a linha %K sobe acima da linha %D. Um sinal de venda é gerado quando a linha %K desce abaixo da linha %D
c. Divergências: tal como no indicador RSI, um dos sinais mais fortes dados por este indicador é dado pela divergência que exista entre a cotação de fecho e o indicador. Assim, se a cotação do título continuar a testar novos máximos e a linha %K tem máximos relativos cada vez menores, é provável que a tendência de alta do título se inverta o que pode sugerir que se venda o título em questão. Raciocínio análogo pode ser aplicado às quedas.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Indicadores Técnicos - IFR
IFR - Índice de Força Relativa
RSI - Relative Strength Index
Fonte: InvestMax
Nesta Lista você acompanhe as ações com IFR em destaque
O RSI (Relative Strength Index ou IFR: Índice de Força Relativa) é um oscilador que foi criado por Welles Wilder em Junho de 1978. Este oscilador é muito popular entre os analistas técnicos devido aos seus bons resultados.
Em termos de cálculo, a fórmula é bastante simples ainda que a sua interpretação possa ser um pouco mais complicada:
IFR = 100 - (100/(1+U/D))
U = média das cotações dos últimos N dias em que a cotação subiu
D = média das cotações dos últimos N dias em que a cotação desceu
O criador deste indicador recomendou o cálculo de um IFR de 14 dias, mas é habitual calcular um IFR de 9 ou 25 dias.
Se por exemplo quisermos calcular um IFR de 14 dias teremos de seguir os seguintes passos:
a. Somar todas as cotações dos últimos 14 dias em que houve alta da cotação. Dividir o valor obtido por 14. Está obtido o U
b. Somar todas as cotações dos últimos 14 dias em que houve baixa da cotação. Dividir o valor obtido por 14. Está obtido o D
c. Aplique a fórmula acima indicada e obteve o valor do IFR para uma determinada data
d. Repita os passos a, b e c para um número suficiente de datas até poder ter um gráfico com um número suficiente de pontos.
e. Trace e analise o gráfico
O valor do IFR pode variar entre 0 e 100. Sempre que o seu valor esteja acima de 70, o IFR entrou na região de Sobrecomprado (overbought). Sempre que caia abaixo dos 30 pontos, caiu na região de sobrevendido (oversold). Note-se que alguns traders preferem definir a região de sobrecomprado acima dos 80 e a região de sobrevendido acima dos 20 pelos melhores resultados que daí poderão advir. Caberá a cada analista definir esses pontos em função dos resultados obtidos. Esses valores serão ajustados título a título, novamente em função dos resultados obtidos.
Há basicamente 3 análises que se pode retirar da observação gráfica do IFR:
1. Uma das interpretações mais simplistas que se pode retirar de um gráfico do IFR é o que concerne à saída de uma região de sobrevendido/sobrecomprado. Sempre que o IFR caia abaixo dos 70 pontos depois de ter estado na região de Sobrecomprado, é gerado um sinal de venda do título. Sempre que o IFR sai de uma região de sobrevendido, isto é, seu valor passa a estar acima dos 30 é dada uma indicação de compra do título. O gráfico abaixo exemplifica exatamente essa situação. A meio de Agosto de 1999 é dado um sinal de compra de Sonae SGPS enquanto que em Setembro é dado um sinal de venda. Outro aspecto importante é que esta interpretação não pode ser dogmática e deve ser corroborada por outros indicadores. Repare que no final de Novembro é dado um sinal de venda que poderia ter induzido erro ao analista já que a cotação continuou a subir até Março.
Em termos de cálculo, a fórmula é bastante simples ainda que a sua interpretação possa ser um pouco mais complicada:
IFR = 100 - (100/(1+U/D))
U = média das cotações dos últimos N dias em que a cotação subiu
D = média das cotações dos últimos N dias em que a cotação desceu
O criador deste indicador recomendou o cálculo de um IFR de 14 dias, mas é habitual calcular um IFR de 9 ou 25 dias.
Se por exemplo quisermos calcular um IFR de 14 dias teremos de seguir os seguintes passos:
a. Somar todas as cotações dos últimos 14 dias em que houve alta da cotação. Dividir o valor obtido por 14. Está obtido o U
b. Somar todas as cotações dos últimos 14 dias em que houve baixa da cotação. Dividir o valor obtido por 14. Está obtido o D
c. Aplique a fórmula acima indicada e obteve o valor do IFR para uma determinada data
d. Repita os passos a, b e c para um número suficiente de datas até poder ter um gráfico com um número suficiente de pontos.
e. Trace e analise o gráfico
O valor do IFR pode variar entre 0 e 100. Sempre que o seu valor esteja acima de 70, o IFR entrou na região de Sobrecomprado (overbought). Sempre que caia abaixo dos 30 pontos, caiu na região de sobrevendido (oversold). Note-se que alguns traders preferem definir a região de sobrecomprado acima dos 80 e a região de sobrevendido acima dos 20 pelos melhores resultados que daí poderão advir. Caberá a cada analista definir esses pontos em função dos resultados obtidos. Esses valores serão ajustados título a título, novamente em função dos resultados obtidos.
Há basicamente 3 análises que se pode retirar da observação gráfica do IFR:
1. Uma das interpretações mais simplistas que se pode retirar de um gráfico do IFR é o que concerne à saída de uma região de sobrevendido/sobrecomprado. Sempre que o IFR caia abaixo dos 70 pontos depois de ter estado na região de Sobrecomprado, é gerado um sinal de venda do título. Sempre que o IFR sai de uma região de sobrevendido, isto é, seu valor passa a estar acima dos 30 é dada uma indicação de compra do título. O gráfico abaixo exemplifica exatamente essa situação. A meio de Agosto de 1999 é dado um sinal de compra de Sonae SGPS enquanto que em Setembro é dado um sinal de venda. Outro aspecto importante é que esta interpretação não pode ser dogmática e deve ser corroborada por outros indicadores. Repare que no final de Novembro é dado um sinal de venda que poderia ter induzido erro ao analista já que a cotação continuou a subir até Março.
2. Outra interpretação gráfica que se pode retirar do IFR são as divergências. É neste ponto que talvez se encontre a maior virtude deste oscilador. Sempre que a cotação atinja novos máximos e o gráfico do IFR esteja a cair, é provável que a cotação do título corrija através da queda. Raciocínio análogo pode ser feito para os mínimos. Sempre que a cotação teste novos mínimos e o gráfico do IFR não acompanhe, é muito provável que a cotação do título suba.
3. Suportes e resistências: o gráfico do IFR é também excelente para traçar linhas de resistência/suporte/tendência da mesma forma que são traçadas num gráfico de cotações.
3. Suportes e resistências: o gráfico do IFR é também excelente para traçar linhas de resistência/suporte/tendência da mesma forma que são traçadas num gráfico de cotações.
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