terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Reapresentação Análise Fundamentalista
Devido ao grande interesse sobre o tema da última apresentação,
a Analista da Lopes Filho - Themis Larangeira,
fará nesta quarta-feira 01/10 às 14h uma reapresentação
sobre Análise Fundamentalista.
Não perca!
Clique aqui e inscreva-se!
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
5 razões para NÃO investir na poupança
Que a poupança é o investimento mais popular do Brasil, você já sabe. Mas o que talvez você não saiba é que esse quadro precisa mudar urgentemente! Saiba o porquê: nesse post, exploro 5 razões para não investir na poupança.
#1 Rentabilidade da poupança é muito baixa
Esse motivo todo mundo já conhece. É difícil alguém não saber que a poupança rende muito pouco. Mas o fato é que poucos sabem exatamente o quão pouco ela rende, quando comparada com outros investimentos.
Para mostrar esse ponto, veja esse gráfico formulado no site “Minhas Economias“
Observe as células em verde. Todas elas representam investimentos, em cenários diferentes, nas quais a poupança perdeu para outras modalidades de investimento. Em verde claro estão representados os ativos que superaram a rentabilidade da poupança e, em verde escuro, os que renderam mais do que o CDI.
Ou seja, apenas os CDBs que rendem menos que 85% do CDI e os Fundos DI com taxa de administração alta renderam menos que a poupança.
# 2 A poupança mal tem rendido o suficiente para bater a inflação
Outro ponto importante é que a poupança, tradicionalmente, vem apresentando rentabilidade muito próxima da inflação, de modo que a rentabilidade real – a que reflete efetivamente o quanto o investimento rendeu mais do que a inflação – é quase zero.
Veja esse outro gráfico, que mostra a rentabilidade da poupança, quando comparada com o IPCA e o IGP-M entre 2004 e 2013 (gráfico gerado pelo blog Alternant.com):
Enquanto a poupança rendeu, em dez anos (!!!), aproximadamente 104%, a inflação corroeu algo entre 70% (IPCA) e 82% do capital (IGP-M).
# 3 Poupança é tão segura quanto outros investimentos mais rentáveis
Um dos maiores atrativos para investir na poupança é sua suposta “segurança”. Ou seja, muita gente acha que a poupança é mais segura do que outros investimentos.
Mas será mesmo? De onde vem essa aparente “segurança” da poupança?
Ela vem de um único lugar: o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Se a instituição financeira quebrar, o FGC cobre o rombo e não deixa você sair no prejuízo (a não ser que tenha mais de R$ 250 mil na instituição).
Mas a questão é que a garantia não se aplica apenas à poupança, mas a outros investimentos. Veja o que diz o próprio site do FGC:
Mas será mesmo? De onde vem essa aparente “segurança” da poupança?
Ela vem de um único lugar: o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Se a instituição financeira quebrar, o FGC cobre o rombo e não deixa você sair no prejuízo (a não ser que tenha mais de R$ 250 mil na instituição).
Mas a questão é que a garantia não se aplica apenas à poupança, mas a outros investimentos. Veja o que diz o próprio site do FGC:
Ou seja, investimentos como CDB, CDI e LCA dispõem da mesma proteção que a poupança!
Por que continuar investindo na poupança, com objetivos de longo prazo, se ela rende menos que outros investimentos que dispõem da mesma garantia?
# 4 A “facilidade” da poupança supõe que investir em outras aplicações é complicado
Outro motivo muito invocado para defender o investimento na poupança é que se trata de uma aplicação muito “fácil”, que muitas vezes opera na própria conta do investidor. Basta depositar o dinheiro lá e esperar os juros caírem.
O problema dessa “narrativa” é que ela assume que os outros investimentos são extremamente complicados. Nada mais longe da verdade: se você é capaz de usar uma rede social como o Facebook ou usar seu e-mail com competência, também é capaz de aprender rapidamente como acessar, via computador ou caixa eletrônico, outras modalidades de investimento. É MUITO FÁCIL!
# 5 Poupança é investimento de curto prazo!
Outro motivo pra não investir na poupança – se você é um investidor de longo prazo – é o de que ela não é instrumento adequado para a formação de um patrimônio ao longo dos anos.
Não é que a poupança seja inútil. É que ela é muito útil para circunstâncias muitíssimo específicas de curto prazo. Ou seja, se você precisa deixar o dinheiro na conta por um mês, use a poupança. Mas, se é pra acumular patrimônio para o futuro distante, escolhê-la é uma decisão equivocadíssima!
Não é que a poupança seja inútil. É que ela é muito útil para circunstâncias muitíssimo específicas de curto prazo. Ou seja, se você precisa deixar o dinheiro na conta por um mês, use a poupança. Mas, se é pra acumular patrimônio para o futuro distante, escolhê-la é uma decisão equivocadíssima!
O Pequeno Investidor
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Tributação no Mercado à Termo
Modalidade de mercado a prazo onde se negocia a compra ou venda de determinado ativo por preço e prazo preestabelecidos em contrato (liquidação diferida, geralmente 30, 60, 90 dias).
- Base de cálculo:
Nos mercados a termo, o ganho líquido será constituído
I - no caso do comprador, pela diferença positiva entre o valor da venda à vista do ativo na data da liquidação do contrato a termo e o preço nele estabelecido. No entanto, se o comprador não vender as ações na data da liquidação do contrato a termo, o preço de compra a termo corresponderá ao custo de aquisição.
Exemplo:
Um investidor comprou a termo 100.000 ações de uma empresa K, cuja cotação no mercado a vista, na data da operação é de R$ 10,00 por ação. A operação é fechada a um preço de R$ 12,00, por ação, para liquidação integral em 90 dias.
1ª hipótese: na data de liquidação do contrato, o preço da ação no mercado a vista subiu para R$ 15,00.
Valor de venda à vista do ativo (100.000 X 15,00): R$ 1.500.000,00
Preço de aquisição das ações na liquidação do contrato a termo:(R$ 1.200.000,00)
Ganho líquido:
R$ 300.000,00
II - no caso do vendedor descoberto, pela diferença positiva entre o preço estabelecido no contrato a termo e o preço da compra à vista do ativo para a liquidação daquele contrato. No entanto, se o comprador não efetuar a
- Base de cálculo:
Nos mercados a termo, o ganho líquido será constituído
I - no caso do comprador, pela diferença positiva entre o valor da venda à vista do ativo na data da liquidação do contrato a termo e o preço nele estabelecido. No entanto, se o comprador não vender as ações na data da liquidação do contrato a termo, o preço de compra a termo corresponderá ao custo de aquisição.
Exemplo:
Um investidor comprou a termo 100.000 ações de uma empresa K, cuja cotação no mercado a vista, na data da operação é de R$ 10,00 por ação. A operação é fechada a um preço de R$ 12,00, por ação, para liquidação integral em 90 dias.
1ª hipótese: na data de liquidação do contrato, o preço da ação no mercado a vista subiu para R$ 15,00.
Valor de venda à vista do ativo (100.000 X 15,00): R$ 1.500.000,00
Preço de aquisição das ações na liquidação do contrato a termo:(R$ 1.200.000,00)
Ganho líquido:
R$ 300.000,00
II - no caso do vendedor descoberto, pela diferença positiva entre o preço estabelecido no contrato a termo e o preço da compra à vista do ativo para a liquidação daquele contrato. No entanto, se o comprador não efetuar a
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